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Ao abordar o tema, sob a atual análise das organizações dos movimentos feministas em defesa dos direitos das mulheres, aponta-se que
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Ao observar a rotina da sua turma do Ensino Médio, marcada por narrativas machistas, uma professora de Geografia incluiu os textos apresentados em seu plano de aula sobre a dinâmica populacional brasileira. Esses instrumentos pedagógicos auxiliam na problematização de quais questões relacionadas a gênero no Brasil?
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Um professor de Geografia, utilizando a linguagem gráfica, em debate com a disciplina de Sociologia, propôs aos estudantes uma reflexão sobre a problemática da violência contra as mulheres. Com base na análise das figuras, considerando a diversidade dos grupos sociais no Brasil e no intuito de perfazer um diálogo interdisciplinar, espera-se que os estudantes entendam que a problemática do Texto 2 é decorrente
Não fala com pobre, não dá mão a preto, não carrega embrulho. Pra que tanta pose doutor? Por que esse orgulho? A bruxa, que é cega, esbarra na gente e a vida estanca. O enfarte te pega, doutor, e acaba essa banca (...) (Billy Blanco. A Banca do Distinto. In Renato da Silva Queiroz. Não vi e não gostei – O fenômeno do preconceito.)
Canções conhecidas da Música Popular Brasileira ajudam a desmascarar – através da ironia – atitudes que desumanizam e coisificam o outro, o diferente. Mas, a leveza musical pode criar a ilusão de que é fácil lutar contra esse câncer social – o preconceito, base de estigmas, estereótipos, discriminação, segregação e genocídio. A respeito dessa luta, é possível afirmar que
Jean-Jacques Rousseau publicou em 1755 o Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Em dedicatória aos governantes de Genebra, afirma: Eu quisera nascer num país em que o soberano e o povo só pudessem ter um único e mesmo interesse, a fim de que todos os movimentos da máquina tendessem sempre unicamente à felicidade comum; como isso só poderia ser feito se o povo e o soberano fossem a mesma pessoa, resulta que eu quisera nascer sob um governo democrático, sabiamente moderado. Eu quisera viver e morrer livre, isto é, de tal modo submetido às leis que nem eu nem ninguém pudesse sacudir o honroso jugo, esse jugo salutar e doce, que as cabeças mais altivas carregam tanto mais docilmente quanto são feitas para não carregar nenhum outro. Eu quisera, pois, que ninguém, no Estado, pudesse dizer-se acima da lei, e que ninguém, fora dele, pudesse impor alguma que o Estado fosse obrigado a reconhecer; de fato, qualquer que possa ser a constituição de um governo, se neste se encontra um só homem que não esteja submetido à lei, todos os outros ficam necessariamente à discrição deste último (...) (www.culturabrasil.org) Com base no trecho, pode-se afirmar que