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Leia a matéria publicada no Portal Mídia NINJA em 25 de março de 2024.

A revolução feminina no mundo automobilístico com a F1 Academy

Por Luana Nunes

Desenvolvida em novembro de 2022, a F1 Academy está em seu segundo ano de atuação. Com o apoio de grandes empresas como Ferrari, Mercedes, MCLaren, entre outras; a competição feminina tem como principal objetivo alcançar espaços no meio automobilístico que antes eram ocupados majoritariamente por homens. Essa revolução está apenas começando e ganhando visibilidade no esporte. (...)

Contando com 15 pilotos que correm por montadoras de diferentes marcas, a representatividade brasileira é por conta de Aurélia Nobels, que corre pela ART Grand Prix. Representando o país, a jovem trará inspiração e visibilidade no meio automobilístico no Brasil para que meninas e mulheres se sintam representadas, fazendo com que o sentimento de pertencimento cresça no esporte.

A luta por visibilidade, apoio e recursos continua sendo a pauta mais importante levantada por todas as pilotos da F1 Academy.

Fonte: NUNES, Luana. A revolução feminina no mundo automobilístico com a F1 Academy. Mídia NINJA, 25 mar. 2024. Disponível em: https://midianinja.org/a-revolucao-feminina-no-mundo-automobilistico-com-a-f1-academy/ . Acesso em: 5 jun. 2026.

Considerando as transformações sociais observadas no mundo atual e a busca por maior igualdade de oportunidades, marque a alternativa CORRETA.

O conceito de Racismo ambiental descreve a sobreposição entre desigualdades raciais e impactos ambientais, evidenciando que populações historicamente marginalizadas sofrem desproporcionalmente com a degradação ambiental, a falta de saneamento, a poluição e a ocupação de áreas de risco. Sobre esse tema, analise as sentenças a seguir:

I- Comunidades periféricas e quilombolas, por estarem mais próximas de áreas industriais ou lixões, frequentemente enfrentam maiores riscos de contaminação e problemas de saúde.
II- O racismo ambiental se manifesta apenas quando políticas públicas explícitas discriminam grupos raciais, não sendo observável em efeitos indiretos ou estruturais.
III- Estudos sobre justiça ambiental indicam que a vulnerabilidade ambiental está ligada a desigualdades históricas de acesso à terra, educação, saúde e serviços públicos.
IV- Movimentos sociais, como os movimentos negros e indígenas, têm papel central na denúncia e na mitigação do racismo ambiental.

Agora, assinale CORRETAMENTE:
A desigualdade digital refere-se às diferenças no acesso, uso e aproveitamento das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) por indivíduos ou grupos sociais. Ela não se restringe apenas à posse de equipamentos, mas também envolve habilidades digitais, infraestrutura de conectividade e inclusão social. Considerando o contexto brasileiro, analise as sentenças a seguir:

I- A falta de acesso à internet de alta qualidade em regiões rurais contribui para a perpetuação de desigualdades educacionais e econômicas.
II- A posse de dispositivos tecnológicos sem a devida capacitação digital não elimina a desigualdade digital, pois limita o aproveitamento pleno das oportunidades digitais.
III- Políticas públicas focadas exclusivamente na distribuição de equipamentos eletrônicos tendem a reduzir de forma significativa a desigualdade digital.
IV- A desigualdade digital está intrinsecamente ligada a outros tipos de desigualdade, como a social, econômica e de gênero.

Está(ão) CORRETA(S):
Motivado pela revisão da Lei n. 12 711/2012, ocorrida no ano de 2023, um professor do Ensino Médio propôs uma roda de conversa, utilizando a charge de jornal como recurso mobilizador para a discussão sobre os impactos das ações afirmativas no sistema educacional brasileiro. A atividade promoveu a reflexão e a crítica sobre os princípios do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH), como o respeito à dignidade humana e o exercício da cidadania democrática no Estado de Direito.

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LAERTE. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 12 maio 2025.

A atividade proposta pelo professor possibilita ao estudante
Essa realidade é bem mais acentuada no campo maranhense, principalmente em razão do crescente processo desenvolvimentista de industrialização que influencia a chegada de grandes projetos e do agronegócio no meio rural e ocasiona um cerceamento de acesso aos territórios, comprometendo a reprodução familiar de muitos trabalhadores (as) rurais. Outro fato é que tais trabalhadores não conseguem ser inseridos no modelo de produtividade da agricultura moderna, em razão da baixa escolaridade e pouca qualificação profissional, o que contribui decisivamente tanto para o quadro de indigência referente às relações de trabalho quanto para os deslocamentos compulsórios da população pobre. Essa nova dinâmica instaurada no campo maranhense é um fator preponderante para a migração de trabalhadores (as) rurais, que buscam, mesmo que precariamente, a inserção no mercado de trabalho, e que pode resultar em condições análogas à de escravos, conforme previsto no artigo 149 do Código Penal Brasileiro.
(MOURA, Flávia de Almeida; SOUSA, Joyce Érica Amaral; MELO, Rafael Passos de. Migração e pobreza: notas sobre o trabalho escravo contemporâneo na baixada maranhense. São Luís: EDUFMA,2022, p.168)

O Maranhão carrega o deplorável título de maior fornecedor de mão de obra submetida a condições análogas à escravidão. A busca desses trabalhadores em situações, muitas vezes precárias, explica-se pela (o):