Filtrar


Questões por página:
Quanto à expectativa de anos de estudo, que é um indicador que sintetiza a frequência escolar da população em idade escolar, ou mais precisamente, indica a média de anos de estudo que uma criança que inicia a vida escolar no ano de referência deverá completar ao atingir a idade de 25 anos, a média de anos de estudo em 2022, era de 8,4 anos. Essa média vem crescendo ao longo dos últimos anos. Em 2016 era de 7,8 anos, em 2017,8,0 anos, em 2018,8,2 anos e em 2019,8,4 anos. Os dados demostram que a população maranhense possui uma baixa escolarização, apesar dos avanços recentes, a exemplo do aumento do percentual de jovens com ensino médio completo que, em 2010 era 29,60% e em 2022 passou para 42,8% (IBGE,2022). De fato, a baixa escolaridade, sobretudo entre os mais pobres, agrava problemas as restrições econômicas, haja vista que a educação é um dos condicionantes do nível de remuneração e das chances de obtenção de emprego.
(ERICEIRA, Alzira do Carmo Carvalho. A Gestão e o Financiamento da Política de Assistência Social no estado do Maranhão: Versos E Reversos Pós-Golpe de 2016.2023.)

De acordo com os dados apresentados, é possível perceber em curso o aumento da escolarização da população maranhense, processo esse fundamental para a

A desigualdade social no Brasil como identificada no relatório do IPEA, publicado no ano 2000, como possuindo forte conteúdo racial. Os dados estatísticos revelaram que negros formam a parcela da população com maior desvantagem social. O dilema da pesquisa sobre desigualdade racial foi parcialmente solucionado pela inclusão das seguintes categorias de cor da pele dos brasileiros:

“As mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas. Mesmo assim, e ainda contando com um nível educacional mais alto, elas ganham, em média, 76,5% do rendimento dos homens. Essas e outras informações estão no estudo de Estatísticas de Gênero, divulgado pelo IBGE.”
(Mulher estuda mais, trabalha mais e ganha menos do que o homem. Agência IBGE Notícias. Disponível em https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Adaptado)

No Brasil, diferenças sociais entre homens e mulheres prejudicam a democracia porque
“A desagregação do regime escravocrata e senhorial ocorreu, no Brasil, sem que se oferecesse aos antigos agentes do trabalho escravo assistência e garantias que os protegessem na transição para o sistema de trabalho livre. Os senhores foram eximidos da responsabilidade pela manutenção e segurança dos libertos, sem que o Estado, a Igreja ou qualquer outra instituição assumissem encargos especiais, que tivessem por objeto prepará-los para o novo regime de organização da vida e do trabalho.”
(Florestan Fernandes. A integração do negro na sociedade de classes. Volume 1, São Paulo: Editora Globo, 2008, p. 29. Adaptado)

Segundo o texto, o processo de abolição da escravatura no Brasil
Recentemente a atriz e humorista Cacau Protásio divulgou um vídeo em suas redes sociais chorando e mostrando sua decepção ao ser hostilizada em grupo de whatsapp de membros de uma instituição onde ela havia gravado uma cena que fará parte do filme no qual atua. Na cena Cacau e alguns bailarinos dançam no local e com as roupas específicas desta instituição. Sentindo-se ofendidos ao ver as cenas alguns membros do grupo chamam a atriz de gorda, preta e seus bailarinos de viados. Constantemente vinculam na mídia fatos como este, mas a luta para combatê-los parece não surtir efeito. Neste caso específico Cacau e os bailarinos foram vítimas de: