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Paciente com ferida abdominal operatória, odor fétido e dor intensa é encaminhado ao raio-X. De acordo com o Manual de Prevenção de Infecção Cirúrgica (ANVISA, 2022), qual conduta técnico-profissional deve ser adotada?
Durante atendimento de trauma múltiplo, o paciente chega instável, com imobilizador cervical, hipoventilação leve e suspeita de fratura pélvica. De acordo com o protocolo ABCDE do ATLS (AHA, 2020) e diretrizes do Ministério da Saúde (2023), qual deve ser a prioridade técnica do radiologista plantonista? 
Durante exame de tórax em paciente portador de dreno pleural, observa-se desconexão parcial do sistema de drenagem enquanto o técnico posiciona o paciente. Considerando as normas da ANVISA (RDC 63/2011) e os princípios de biossegurança, qual sequência de ação é tecnicamente adequada?
O preparo radiológico de pacientes em pré-operatório ortopédico integra o eixo de segurança cirúrgica recomendado pela OMS (Checklist Cirúrgico, 2023) e pelas normas da RDC ANVISA nº 330/2019, que enfatizam identificação segura, controle de objetos metálicos e comunicação entre setores. Durante o plantão, um paciente com fixador externo em membro inferior, em jejum prolongado por ordem cirúrgica, é encaminhado à radiografia para planejamento operatório. Apresenta leve desconforto pela demora, mas não há uso de contraste, sedação ou anestesia naquele momento. À luz desses referenciais, qual conduta do técnico em radiologia melhor equilibra segurança, biossegurança e articulação com a equipe cirúrgica?
Um radiologista sueco revolucionou a angiografia ao introduzir uma técnica que possibilitou a cateterização vascular em todo o corpo, permitindo a extensão do método para diversos segmentos arteriais. A técnica consiste na punção de vaso periférico com introdução de fio guia metálico que é levado até o segmento a ser examinado, seguida da introdução de cateter radiopaco sobre o fio guia. O nome do radiologista que desenvolveu essa técnica em 1953 é: