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Homem de 52 anos, hipertenso e ex-tabagista, foi submetido a angioplastia coronariana com implante de stent após infarto agudo do miocárdio há 8 meses. Desde a alta, mantém boa adesão ao tratamento e às medidas não farmacológicas. Encontra-se assintomático e utiliza, entre outros medicamentos, atorvastatina 80 mg/dia. Os exames laboratoriais atuais mostram: Colesterol total: 156 mg/dL; LDL-C: 78 mg/dL; HDL-C: 43 mg/dL; Triglicerídeos: 174 mg/dL; AST: 29 U/L; ALT: 32 U/L; CK: 104 U/L; Creatinina: 0,9 mg/dL; Glicemia de jejum: 96 mg/DL.
O paciente refere adesão regular à atorvastatina e não apresenta mialgia ou outros efeitos adversos. Considerando o risco cardiovascular, os resultados laboratoriais e os mecanismos farmacológicos dos agentes hipolipemiantes, a conduta mais apropriada neste momento é
Homem de 68 anos, tabagista de 55 anos-maço, com diagnóstico prévio de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), procura emergência por piora progressiva da dispneia há 3 dias, associada a aumento do volume do escarro e mudança de sua coloração para amarelo-esverdeada. Faz uso regular de tiotrópio e formoterol. Nega febre, dor torácica ou hemoptise. Ao exame: consciente e cooperativo, frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 108 bpm, pressão arterial de 138 × 82 mmHg, temperatura de 36,8 ªC e SpO? de 84% em ar ambiente. Apresenta uso de musculatura acessória, tempo expiratório prolongado e sibilos difusos bilateralmente. Não há edema periférico. Radiografia de tórax demonstra hiperinsuflação pulmonar, sem consolidações ou pneumotórax. Exames laboratoriais mostram: leucócitos 12.800/mm³, hemoglobina 15,1 g/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 138 mEq/L e potássio 4,0 mEq/L. Após início de oxigenoterapia controlada, com SpO? de 90%, a gasometria arterial revela: pH 7,28 | PaCO? 68 mmHg | PaO? 61 mmHg | HCO?? 31 mEq/L.
Considerando o diagnóstico mais provável, os achados clínicos e gasométricos e os mecanismos farmacológicos envolvidos, assinale a opção que apresenta a conduta inicial mais adequada.
A emergência de resistência à ceftazidima-avibactam durante o tratamento de infecções graves por Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase representa um desafio terapêutico relevante. Nesse contexto, a lariocidina, um peptídeo em laço (lasso peptide), vem sendo investigada em estudos in vitro e em modelos animais como candidata a novo antimicrobiano com atividade contra diferentes patógenos bacterianos, inclusive isolados resistentes.

Considerando seu mecanismo molecular de ação, a atividade antimicrobiana da lariocidina fundamenta-se na capacidade de
Um médico infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) participa da revisão da padronização de antimicrobianos de um hospital terciário com programa de transplante hepático e renal. Durante reunião com a gestão, ele propõe a padronização da ampicilina-sulbactam em substituição a amoxicilina-clavulanato da lista de antimicrobianos disponíveis para uso hospitalar.

Essa proposta é justificada pois a ampicilina-sulbactam 
A emergência de resistência à ceftazidima-avibactam durante o tratamento de infecções graves por Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase representa um desafio terapêutico relevante. Nesse contexto, a lariocidina, um peptídeo em laço (lasso peptide), vem sendo investigada em estudos in vitro e em modelos animais como candidata a novo antimicrobiano com atividade contra diferentes patógenos bacterianos, inclusive isolados resistentes.

Considerando seu mecanismo molecular de ação, a atividade antimicrobiana da lariocidina fundamenta-se na capacidade de