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Paciente G.F. foi admitido na unidade de terapia intensiva com edema periférico, ascite e fadiga intensa, decorrentes de descompensação de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. Durante o internamento, identificou-se a necessidade de otimização da terapia para manejo da condição, atualmente composta por enalapril 20 mg (1-0-1) e carvedilol 25 mg (1-0-1). O paciente relata adesão adequada à medicação e apresenta fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 35%.


Com base nesses dados, qual é a intervenção correta a ser sugerida pelo farmacêutico ao médico para otimizar o tratamento?

Paciente G.T. foi admitido na unidade de terapia intensiva devido a uma descompensação da pressão arterial. Durante a internação, a pressão foi estabilizada, mas se identificou a necessidade de otimizar o tratamento anti-hipertensivo, uma vez que, apesar da adesão relatada, o paciente frequentemente apresenta valores pressóricos fora da meta terapêutica.


Considerando que o paciente está em tratamento atual com losartana 50 mg (1-0-1), o farmacêutico deve sugerir ao médico qual estratégia para otimizar o esquema terapêutico?

Um paciente de 62 anos, portador de insuficiência cardíaca sistólica avançada, chega ao pronto atendimento com taquicardia sinusal de 128 bpm, dispneia intensa, estertores bibasais e grande ativação simpática. O ecocardiograma recente demonstrava fração de ejeção reduzida e padrão de disfunção de RyR2 com provável escape diastólico de Ca²?. A equipe médica cogita o uso de um agonista ?-adrenérgico para melhorar o débito cardíaco. Entretanto, o farmacêutico clínico alerta para o risco de piora do quadro. Nesse sentido, qual é o fármaco mais adequado e seguro para esse cenário agudo?
Homem, 58 anos de idade, em atendimento em unidade básica de saúde, refere estar “mais ou menos”. Queixa-se de intestino “um pouco preso” e boca seca. Durante a consulta diz estar se sentindo mais tenso, com pouca paciência, preocupando-se demais com pequenos problemas. Refere, ainda, tontura quando se levanta e bebe mais água para a boca seca. Fazia tratamento para pressão alta há 1 ano com captopril irregularmente. Há 2 meses, seu médico anterior disse que ele teria transtorno de ansiedade e prescreveu nortriptilina e, para hipertensão, foi substituído o captopril por enalapril, pois a pressão não baixava. No final da consulta, diz não se dar bem com remédios para a pressão. Reconhece que com frequência não toma os medicamentos para pressão, pois tem preguiça e também, eventualmente, não se lembra. Ao exame físico, apresentou PA de 150×95 mmHg, FC de 74 bpm. Além de abordar aspectos relativos a hábitos e à adesão ao tratamento, a conduta indicada seria substituir

Um jovem de 25 anos foi atendido em um pronto-socorro após apresentar os seguintes sintomas clínicos: comportamento agitado, taquicardia, hipertensão arterial e midríase. De acordo com seu acompanhante, o paciente teria feito uso recreativo de cocaína poucas horas antes, no entanto, não soube especificar a quantidade.


Com base nos efeitos tóxicos da cocaína no organismo, assinale a alternativa correta.