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Observe o trecho: “E o corpo fazia-se-me planta, e pedra, e lodo, e coisa nenhuma”. Qual figura de linguagem é possível observar nesse trecho?
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Considere os seguintes trechos:


•? ... a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) insta os países da região a tomar medidas urgentes …

•? … “não podemos confiar nem relaxar nas ações já tomadas”.

•? “Os esforços devem ser intensificados onde a incidência da doença aumentou”...


Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão em sentido figurado.

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Na canção “O Meu Guri” existem muitos trechos irônicos, construídos pela contraposição da ingenuidade do discurso do eu-lírico e a gravidade da situação social vivida pelo filho. Considerando a canção e a ironia presente nela, assinale a alternativa incorreta:

Todas as coisas cujos valores podem ser

Disputados no cuspe à distância

Servem para poesia

(...)


As coisas que não levam a nada

têm grande importância

Cada coisa ordinária é um elemento de estima

Cada coisa sem préstimo

tem seu lugar

na poesia ou na geral

(...)


As coisas que não pretendem, como

por exemplo: pedras que cheiram

água, homens

que atravessam períodos de árvore,

se prestam para poesia


Tudo aquilo que nos leva a coisa nenhuma

e que você não pode vender no mercado

como, por exemplo, o coração verde

dos pássaros,

serve para poesia

(...)

BARROS, Manoel. Adaptado. In: Matéria de Poesia. São Paulo: LeYa, 2013. p. 9.


Manoel de Barros é considerado um dos principais poetas da literatura contemporânea. A partir da leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA:

“O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes filósofos ao longo dos tempos. Um dos melhores livros sobre o assunto foi escrito pelo pensador e orador romano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota, primeiramente, que todas as idades têm seus encantos e suas dificuldades. E depois aponta para um paradoxo da humanidade: Todos sonhamos ter uma vida longa, o que significa viver muitos anos. Quando realizamos a meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a um estado de melancolia e amargura”.


O paradoxo a que alude o texto é: