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Sabemos que a ideia de “raças” e de “culturas inferiores” foi muito estimulada no período colonial e do imperialismo, a serviço do projeto de dominação dos povos na América e na Ásia.
A partir da ideia do pequeno texto acima, marque a alternativa incorreta.
Uma referência bastante acessível: se encontra no capítulo Símbolos da ausência, do livro: ALVES, Rubem A O que é religião? São Paulo: Brasiliense,1981. Coleção, Primeiros Passos. Trata-se de um excelente texto para ajudar na construção do conceito de Cultura, assim como para lançar o problema da relação / oposição com a Natureza. Linguagem fácil e poética.
Analise as afirmativas abaixo e depois marque a alternativa correta.
I. Outra boa referência, fácil e instigante, sem ser simplista: Capítulo: O que se entende por Cultura, do livro: SANTOS, José Luiz. O que é Cultura. São Paulo: Brasiliense,1983. II. O livro aborda o problema dos pontos de vista da Sociologia e da Antropologia Cultural. É atual, na medida em que leva em conta os debates teóricos mais recentes (pós-marxistas e ecologistas, por exemplo). III. Os dois livros tem posição ética conflitante, indo além do relativismo exacerbado: devemos respeitar a diversidade cultural, sim, mas todas as posições, e todos os modos de agir e viver são igualmente aceitáveis (eg. racismo, nazismo, etc.).Ver outras referências na OP - Natureza e cultura II - O mito de Prometeu.
A relação entre as esferas da Natureza e da Cultura é uma das matrizes da filosofia ocidental desde os gregos. Tomar consciência de sua diferença e tentar compreender os modos como se relacionam são tarefas que geram uma série de questões e debates, recebendo múltiplas versões e formulações ao longo da História da Filosofia.
Assinale a alternativa correta sobre o assunto.
Por meio da arte, o ser humano lê e representa a realidade vivida, utilizando para isso a imaginação e a capacidade criativa. No mundo contemporâneo, este processo sofre a influência da chamada “indústria cultural”, que tem como característica
[As] experiências comuns resultantes do lugar social que ocupam impedem que a população negra acesse certos espaços. […] Quando falamos de direito à existência digna, à voz, estamos falando de locus [lugar] social, de como este lugar imposto dificulta a possibilidade de transcendência. Absolutamente não tem a ver com uma visão essencialista de que somente o negro pode falar de racismo, por exemplo.
(RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Editora Letramento,2017. p.64.)
De acordo com a passagem acima e com a obra de que foi retirada, locus social é o lugar: