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À primeira vista, pode parecer que tomar o gosto como algo indiscutível – cada um que fique com o seu – seja sintoma de grande tolerância em relação à diferença. Mas creio que é justamente o contrário o que interessa. Somente quando queremos discutir nossos argumentos é que pomos à prova nossa capacidade de lidar com a diferença.

Como já vimos, o gosto não se constrói, mas se constata. É algo que eu sinto subjetivamente, sem mediação conceitual. Por outro lado, podemos dizer que criamos, individual e culturalmente, disponibilidades para gostar. Nós constatamos o nosso gosto, mas fazemos com que ele possa acontecer de determinadas maneiras. Deve também ser dito que o gosto – o 'ter' o gosto, não apenas o gostar disto ou daquilo – é o solo a partir do qual criamos uma vontade de compartilhamento, de sair de si e ir ao encontro do outro. Este é o movimento que motiva e qualifica a discussão.

Nada disso existiria se o homem fosse um ser solitário.

OSÓRIO, Razões da crítica. Rio de Janeiro: Zahar, 2005, p. 46-48.

Considerando o problema estético do gosto, a partir da leitura do texto proposto, depreende-se que

No contexto educacional, a abordagem da sexualidade pode ultrapassar a concepção de uma realidade subterrânea que deveria apenas ser descoberta. Com base na compreensão apresentada por Michel Foucault, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:



I. Uma perspectiva educacional fundamentada na compreensão da sexualidade como dispositivo histórico considera as relações estabelecidas entre a estimulação dos corpos, a intensificação dos prazeres, a incitação aos discursos, a formação dos conhecimentos, os controles e as resistências.



PORQUE



II. Nessa perspectiva, as práticas educativas devem analisar a incitação aos discursos e a formação dos conhecimentos separadamente dos controles e das resistências, uma vez que esses elementos não integram as mesmas estratégias de saber e poder.



A respeito dessas asserções, pode-se afirmar que:

Sobre o campo de investigação da Estética e da Filosofia da Arte, podemos afirmar que são problemas centrais dessas áreas:


I. O que é o belo (ou a beleza)?

II. O que distingue o estético do não-estético?

III. Afinal, o que é arte?

IV. Qual o lugar dos sentimentos no contexto da experiência estética e artística?

V. Em que consiste o valor da arte? Como avaliar obras de arte?


Marque a alternativa CORRETA:

O historiador, Leandro Karnal, ao refletir sobre o nosso tempo, sobre a cultura do ódio e da paz, afirma: “Localizar o mal no outro é uma panaceia universal”, segundo o filósofo, talvez “o inferno não sejam os outros, como pensava o filósofo francês Jean-Paul Sartre, e sim nós mesmos”. Considerando a visão do pensador, assinale a alternativa INCORRETA sobre o assunto. 
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A produção da indústria cultural visa oferecer à população produtos de alta qualidade, com um potencial emancipador.