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Para Platão, o homem tende à socialização, ou seja, é naturalmente que os homens se unem para formar uma cidade e, desse modo, satisfazerem mais facilmente suas necessidades. A igualdade entre os homens, de acordo com Platão, não existe, e isto é para ele mais um traço da natureza humana. A propriedade é um dos fatores necessários para entender a questão da desigualdade. Há que se notar que Platão, por meio da proibição da propriedade, tenta, de uma certa forma, sanar a desigualdade social. No entanto, em seu estado ideal, ele instaura classes sociais que não devem intrometer-se umas nas outras, pois, sendo uns superiores e outros inferiores, devem permanecer em seu lugar, exercendo a função que lhes fora designada por natureza.
(Cristiane Aparecida Barbosa. “A desigualdade nos clássicos políticos: de Platão a Rousseau”. Educação e Filosofia, 2004. Adaptado.)
Em sua obra A República, Platão discute a noção de justiça e como ela se manifesta tanto na cidade ideal como nos indivíduos. Essa discussão apresenta o impasse indicado no excerto, a partir do qual a noção de desigualdade é
(Cristiane Aparecida Barbosa. “A desigualdade nos clássicos políticos: de Platão a Rousseau”. Educação e Filosofia, 2004. Adaptado.)
Em sua obra A República, Platão discute a noção de justiça e como ela se manifesta tanto na cidade ideal como nos indivíduos. Essa discussão apresenta o impasse indicado no excerto, a partir do qual a noção de desigualdade é
“Todos os homens por natureza tendem ao saber. Sinal disso é o amor pelas sensações: com
efeito, eles amam as sensações por si mesmas, ainda que de forma independente de sua
utilidade, e, mais do que todas, amam a sensação da vista. Com efeito, não apenas os fins da
ação, mas também sem ter alguma intenção de agir, preferimos o ver, em certo sentido, a todas
as outras sensações. E o motivo está no fato de que a vista nos faz conhecer mais do que todas
as outras sensações e nos torna manifestas numerosas diferenças entre as coisas.”
Fonte: Aristóteles. Metafísica. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Filosofia Pagã Antiga. Volume 1. São Paulo: Paulus, 2023.
A Filosofia Aristotélica é tão ampla como sua importância. Dividida em muitas disciplinas como a Lógica, a Física e a Ética. Sobre a Metafísica em Aristóteles, podemos afirmar como CORRETO:
Fonte: Aristóteles. Metafísica. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Filosofia Pagã Antiga. Volume 1. São Paulo: Paulus, 2023.
A Filosofia Aristotélica é tão ampla como sua importância. Dividida em muitas disciplinas como a Lógica, a Física e a Ética. Sobre a Metafísica em Aristóteles, podemos afirmar como CORRETO:
“São semelhantes a nós, disse. Com efeito, acreditas, em primeiro lugar, que vejam de si e dos
outros outra coisa, a não ser as sombras que o fogo projeta sobre a parte da caverna diante deles?”
Fonte: Platão. República. In: In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Filosofia Pagã Antiga. Volume 1. São Paulo: Paulus, 2023.
O mito da Caverna talvez seja uma das alegorias mais repetidas em sala de aula por professores de filosofia, no mundo inteiro, para explicar alguns dos aspectos mais importantes da Filosofia Platônica. Existem níveis de compreensão e significado desse importante mito alegórico. Sinalize um nível ou significado CORRETO desse mito:
Fonte: Platão. República. In: In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Filosofia Pagã Antiga. Volume 1. São Paulo: Paulus, 2023.
O mito da Caverna talvez seja uma das alegorias mais repetidas em sala de aula por professores de filosofia, no mundo inteiro, para explicar alguns dos aspectos mais importantes da Filosofia Platônica. Existem níveis de compreensão e significado desse importante mito alegórico. Sinalize um nível ou significado CORRETO desse mito:
“Aquela que, provavelmente, é uma sabedoria humana. Com efeito, desta provém o fato de
que talvez eu seja mesmo sábio. Ao contrário, aqueles de que há pouco eu falava, ou serão
sábios de uma sabedoria superior em relação à humana, ou eu não sei o que dizer. Eu,
certamente, não conheço essa sabedoria. E quem diz, ao invés, que eu a conheço, mente; e diz
isso para caluniar-me.”
Fonte: Platão, Apologia de Socrátes. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Filosofia Pagã Antiga. Volume 1. São Paulo: Paulus, 2023.
Sobre a Filosofia de Sócrates, é CORRETO afirmar:
Fonte: Platão, Apologia de Socrátes. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Filosofia Pagã Antiga. Volume 1. São Paulo: Paulus, 2023.
Sobre a Filosofia de Sócrates, é CORRETO afirmar:
“A maior parte dos que primeiro filosofaram pensaram que os princípios de todas as coisas
fossem apenas materiais. Com efeito, afirmam que aquilo de que todos os seres são
constituídos e aquilo de que derivam originalmente e em que terminam por último, é elemento
e é princípio dos seres, enquanto é uma realidade que permanece idêntica mesmo com a
transmutação de suas afecções. E, por esta razão, creem que nada se gere e que nada se
destrua, pois tal realidade sempre se conserva.”
Fonte: Aristóteles, Metafísica, livro I, 3. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Filosofia Pagã Antiga. Volume 1. São Paulo: Paulus, 2023.
A Filosofia Pré-socrática é marcada, dentre outras características, pela busca por se compreender o que fosse(m) o(s) princípio(s) gerador(es) de todas as coisas e como dele(s) derivam as coisas. Base de toda Filosofia Ocidental, marque a alternativa CORRETA, sobre a Filosofia Pré-socrática:
Fonte: Aristóteles, Metafísica, livro I, 3. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Filosofia Pagã Antiga. Volume 1. São Paulo: Paulus, 2023.
A Filosofia Pré-socrática é marcada, dentre outras características, pela busca por se compreender o que fosse(m) o(s) princípio(s) gerador(es) de todas as coisas e como dele(s) derivam as coisas. Base de toda Filosofia Ocidental, marque a alternativa CORRETA, sobre a Filosofia Pré-socrática: