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A presença de dor pélvica em mulheres possui várias etiologias, diagnósticos e desfechos, e pode ser aguda ou crônica. Quando a Dor pélvica dura mais de seis meses, é classificada como crônica – DPC. O papel do fisioterapeuta no tratamento da DPC envolve a diminuição da dor, o aumento da função e o tratamento e prevenção de futuras disfunções musculoesqueléticas existentes, o que envolve uma acurada avaliação funcional, com ênfase no exame musculoesquelético, onde os MAP devem ser avaliados qualitativa e quantitativamente. Quando consideramos a avaliação fisioterapêutica voltada para DPC, o conhecimento das possíveis causas da DPC é importante. Temos, como exemplos de causas da DPC de origem GENITAL, UROLÓGICA, INTESTINAL, OSTEOMUSCULAR E VASCULAR, respectivamente,
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Considerando o caso clínico descrito, julgue o próximo item.

O uso excessivo de álcool não apresenta relação com a queixa apresentada pela paciente.

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O quadro clínico de diabetes melito da paciente compromete o processo neurofisiológico relacionado à micção.

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O quadro clínico da paciente evidencia o diagnóstico de incontinência urinária de urgência.

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Nesse caso, a resistência da musculatura do assoalho pélvico pode aumentar por meio de exercícios específicos de contração da musculatura perineal, realizados com supervisão, de forma regular e auxiliados por feedback para que a paciente avalie seu progresso.