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A avaliação dos sintomas relacionados à incontinência urinária utiliza diversos métodos e técnicas, como: história clínica, exame físico, diário miccional, teste do absorvente (pad test), questionários, entre outros. Em relação ao teste do absorvente, é possível quantificar e classificar a perda urinária em leve, moderada ou severa, além de avaliar a evolução do tratamento fisioterapêutico. Quais as orientações CORRETAS para realizar o teste do absorvente de 1 hora?
No Brasil, a terminologia empregada na avaliação e diagnóstico da função dos músculos do assoalho pélvico feminino apresenta variações, dependendo da formação do fisioterapeuta, da região geográfica e do referencial teórico adotado. Tal diversidade dificulta a comunicação entre fisioterapeutas clínicos e a comunidade científica. A padronização da terminologia visa aprimorar a troca de informações, promovendo maior clareza na compreensão entre profissionais de saúde, a sociedade e a comunidade científica. Em relação à terminologia utilizada no Brasil relacionada à avaliação e diagnóstico da função dos músculos do assoalho pélvico feminino assinale a alternativa CORRETA:
O período puerperal é marcado por uma série de adaptações no organismo materno. O íleo paralítico pós-parto é caracterizado por uma parada temporária do peristaltismo intestinal, gerando sintomas como distensão abdominal, dor, náusea, vômito e constipação. Diante desse quadro, qual a melhor conduta fisioterapêutica inicial?
Parturiente com 40 semanas de idade gestacional, alto risco, sobrepeso, dificuldade de mobilidade, com colo uterino com dilatação total, feto em apresentação cefálica no plano +2 de De Lee em occipito direito anterior, bolsa rota há 1 hora e dinâmica uterina de duas contrações em 10 minutos com duração de 45s ( 2/10’/45’’). Diante do diagnóstico de fadiga materna, qual a conduta o fisioterapeuta deve adotar em relação ao posicionamento e ao tipo de movimentação?
Em uma maternidade pública, a fisioterapeuta foi chamada para assistir uma parturiente no centro obstétrico. A parturiente de 29 anos, G1, com hipertensão controlada, dilatação uterina de 7 cm, há 15 horas em trabalho de parto, cabeça fetal situada em altura -1cm, conforme plano de De Lee, relatando grau 10 de dor (escala EVA), ansiedade e medo. Após avaliação da equipe, incluindo a fisioterapeuta, foi constatado que a frequência respiratória da parturiente era de 27 irpm, com saturação de 98%, e cardiotocografia dentro da normalidade. Considerando o quadro apresentado e as condutas respiratórias que a fisioterapeuta precisará orientar, é correto afirmar que: