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A dor pélvica crônica se caracteriza pela presença de dor não menstrual na região pélvica com duração de pelo menos 6 meses. Sua etiologia ainda não está bem definida, podendo se associar a diversos distúrbios em diferentes sistemas gastrointestinal, musculoesquelético, urinário, reprodutor e psiconeurológico. Sobre o manejo fisioterapêutico desta condição, assinale a alternativa CORRETA:
A Dismenorreia primária é uma desordem ginecológica comum nas mulheres em idade reprodutiva e pode ser tratada de forma complementar por meio de psicoterapia e fisioterapia. Dentre as opções terapêuticas destaca-se a prescrição de exercícios físicos por ser uma alternativa de baixo custo, fácil execução e ampla aplicabilidade. Assinale a alternativa CORRETA sobre a explicação de como exercício físico promove a redução da dor e melhora na qualidade de vida nas mulheres com dismenorreia: 
Mulher de 45 anos, obesidade grau 1 (IMC 32,6) e arritmia cardíaca controlada com medicação, com queixa de constipação e urgência miccional. Na avaliação fisioterapêutica relatou sensação de peso vaginal há 5 anos (com piora nos últimos 6 meses após iniciar em um novo emprego onde precisa carregar mais peso), sensação de esvaziamento vesical/anal incompleto, e episódios frequentes de infecção urinária. Ao exame físico, foram observados os seguintes dados: Aa 0, Ba 0, Ap +2, Bp +2, TVL 9, C -1, D -2, Gh 5, Pb 3. A partir das informações obtidas, assinale a alternativa CORRETA no que se refere a quantificação dos prolapsos de órgãos pélvicos:
Durante a avaliação e o tratamento fisioterapêutico da desordem de dor genitopélvica/penetração, quais aspectos devem ser priorizados para favorecer a reabilitação sexual da paciente? 
Entre as intervenções fisioterapêuticas que podem auxiliar mulheres com desordem de orgasmo, qual delas apresenta evidência científica de eficácia?