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Um fisioterapeuta atua na UTI pediátrica e precisa
atualizar suas condutas baseadas em recomendações
recentes sobre ventilação não invasiva em crianças
com insuficiência respiratória. Ele consulta uma
diretriz clínica publicada por sociedades
internacionais, que apresenta recomendações para
práticas fisioterapêuticas baseadas em uma síntese
de evidências, incluindo ensaios clínicos, revisões
sistemáticas e opinião de especialistas quando
necessário. Considerando a Prática Baseada em
Evidência (PBE), qual afirmativa é mais correta sobre o
nível de evidência representado por diretrizes?
Um lactente de 8 meses com pneumonia grave
encontra-se na UTI pediátrica, em ventilação
espontânea. O fisioterapeuta deseja aplicar uma nova
técnica de fisioterapia respiratória que demonstrou
redução significativa da duração da hospitalização em
ensaios clínicos recentes. No entanto, a intervenção
ainda não foi incluída nas diretrizes institucionais e
não há consentimento formal dos responsáveis
quanto à técnica experimental. Alguns membros da
equipe defendem a aplicação imediata devido à
evidência científica, enquanto outros alertam para o
risco ético de aplicar uma intervenção não
protocolada.
Considerando os princípios da Prática Baseada em Evidência (PBE) e da ética profissional, qual é a conduta mais apropriada para o fisioterapeuta que atua nesta UTI?
Considerando os princípios da Prática Baseada em Evidência (PBE) e da ética profissional, qual é a conduta mais apropriada para o fisioterapeuta que atua nesta UTI?
Uma criança de 5 anos encontra-se internada na
UTI pediátrica há 3 dias, após ter sido submetida a
cirurgia cardíaca, encontra-se sob ventilação mecânica invasiva, com os seguintes parâmetros: FiO?
55%, PEEP 6 cmH?O, sedação leve (SBS -1), uso de
milrinona isolada, estabilidade hemodinâmica, sem
sinais de hipertensão intracraniana, em monitorização
contínua. Considerando os critérios do protocolo PICU
Up! e a prática baseada em evidências, qual é a
conduta fisioterapêutica mais adequada?
Na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, de
acordo com a Resolução COFFITO nº 444/2014, o
número máximo de pacientes por fisioterapeuta em
turno de 6 horas é:
Paciente Antônio, 58 anos, internado na UTI
oncológica devido desmame cirúrgico prolongado, em
quarto dia pós operatório de
gastroduodenopancreatectomia (GDP) por câncer de
pâncreas, em ventilação mecânica na modalidade
pressão de suporte , com os seguintes parâmetros:
FiO2 50%, PEEP 8 cmH2O, Pressão de Suporte de 16
cmH2O. Durante a avaliação para mobilização
precoce, o fisioterapeuta observa: Pressão Arterial
Sistólica (PAS) de 130 mmHg, Frequência Cardíaca
(FC) de 85 bpm, Saturação de Oxigênio (SpO2) de 98%,
Frequência Respiratória (FR) de 22 inspirações por
minuto (ipm). O paciente está acordado e colaborativo
(RASS 0), sem uso de vasopressores, e não apresenta
queixas de dor ou desconforto. Ao sedestar à beira
leito, o paciente subitamente começa a apresentar
assincronia com o ventilador, aumento da FR para 35
ipm, PAS 135 mmHg, FC 95 bpm, SpO2 de 94% e RASS
de +1.
Fisioterapeuta opta por interromper sedestação e retornar paciente a decúbito dorsal. Com base nos critérios de segurança para mobilização em UTI, qual das alternativas abaixo indica uma condição para interromper a atividade iniciada?
Fisioterapeuta opta por interromper sedestação e retornar paciente a decúbito dorsal. Com base nos critérios de segurança para mobilização em UTI, qual das alternativas abaixo indica uma condição para interromper a atividade iniciada?