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Concurso:
Prefeitura de Terra Boa - PR
Disciplina:
Fisioterapia
A PEEP é a manutenção de uma pressão supraatmosférica ao final da expiração e pode ser utilizada
associada a todos os modos ventilatórios.
Geralmente, essa terminologia é utilizada em
pacientes em ventilação mecânica (VM) controlada
ou assistida, mas quando aplicada em ventilação
espontânea, o termo CPAP (continuous positive
airway pressure) passa a ser utilizado. Os efeitos da
PEEP sobre o volume pulmonar e a troca gasosa
dependem da mecânica pulmonar do paciente, que
está relacionada com a fase de evolução da doença
pulmonar. Apesar de haver vários efeitos benéficos
da PEEP, há também seus efeitos adversos. Diante do
exposto, assinale a alternativa que não apresenta
efeitos benéficos da PEEP.
Concurso:
Prefeitura de Terra Boa - PR
Disciplina:
Fisioterapia
O fisioterapeuta se depara no seu dia a dia com
pacientes com diversas patologias, sejam elas
musculoesqueléticas, cardiovasculares, neurológias,
respiratórias, uroginecológicas. E para tratar esses
pacientes da melhor forma possível, é necessário que
o fisioterapeuta tenha uma boa compreensão a
respeito da doença, dos seus agravantes, o que ela
compromete e suas consequências. Diante do
exposto, analise as assertivas a respeito das
patologias que podem acometer o sistema
respiratório e assinale a alternativa correta.
I. No pneumotórax, o pulmão sofre colapso à medida que o ar sai para fora da cavidade pleural, seja a partir do interior dos pulmões ou a partir da atmosfera, através de uma parede torácica perfurada. A combinação de retração elástica do pulmão e tensão superficial provoca colapso do pulmão quando as pressões pleural e das vias respiratórias tornam-se diferentes.
II. A síndrome do desconforto respiratório do recémnascido trata-se de uma causa importante de morte em recém-nascidos prematuros, nos quais as células que sintetizam o surfactante estão maturas e funcionando adequadamente. Os movimentos respiratórios do feto necessitam de surfactante, visto que os pulmões não estão preenchidos de líquido amniótico e o feto não recebe oxigênio do sangue materno por meio da placenta. Em virtude da alta complacência pulmonar, o recém-nascido afetado (pela síndrome) só pode expirar por meio de esforços extremamente extenuantes, os quais podem causar, em última instância, exaustão completa, incapacidade de respirar, colapso pulmonar e morte.
III. A asma é uma doença caracterizada por episódios intermitentes, durante os quais ocorre forte contração da musculatura lisa das vias respiratórias, aumentando acentuadamente sua resistência. O defeito básico na asma é a inflamação crônica das vias respiratórias, cujas causas variam de pessoa para pessoa e incluem, entre outras condições, alergia, infecções virais e sensibilidade a fatores ambientais. A inflamação subjacente torna o músculo liso das vias respiratórias hiper-responsivo, causando a sua forte contração em resposta a diversos fatores, como exercício (particularmente no ar frio e seco), fumaça de tabaco, poluentes ambientais, vírus, lergênicos, substâncias químicas broncoconstritoras normalmente liberadas e uma variedade de outros fatores desencadeantes potenciais.
IV. A bronquite crônica caracteriza-se pela produção excessiva de muco nos brônquios e por alterações inflamatórias crônicas das vias respiratórias pequenas. A causa da obstrução consiste no acúmulo de muco nas vias respiratórias e no espessamento das vias respiratórias inflamadas. Os mesmos agentes que provocam enfisema também causam bronquite crônica, razão pela qual essas duas doenças coexistem com frequência. A bronquite também pode ser aguda, por exemplo, em resposta a infecções virais, como as que causam infecções das vias respiratórias superiores, nesses casos, a tosse e a produção excessiva de escarro e muco associadas à bronquite aguda tipicamente sofrem resolução dentro de 2 a 3 semanas.
V. O enfisema caracteriza-se por uma perda do tecido elástico e pela destruição das paredes alveolares, levando a um aumento da complacência. Além disso, podem ocorrer atrofia e colapso das vias respiratórias inferiores. Na realidade, ocorre autodestruição dos pulmões, que são atacados por enzimas proteolíticas secretadas pelos leucócitos em resposta a uma variedade de fatores. Além dos problemas observados na troca gasosa, o enfisema está associado a um aumento acentuado na resistência das vias respiratórias, o que aumenta muito o trabalho da respiração e, se for grave o suficiente, pode causar hipoventilação. A obstrução das vias respiratórias no enfisema é causada pelo colapso das vias respiratórias inferiores, particularmente durante a expiração.
I. No pneumotórax, o pulmão sofre colapso à medida que o ar sai para fora da cavidade pleural, seja a partir do interior dos pulmões ou a partir da atmosfera, através de uma parede torácica perfurada. A combinação de retração elástica do pulmão e tensão superficial provoca colapso do pulmão quando as pressões pleural e das vias respiratórias tornam-se diferentes.
II. A síndrome do desconforto respiratório do recémnascido trata-se de uma causa importante de morte em recém-nascidos prematuros, nos quais as células que sintetizam o surfactante estão maturas e funcionando adequadamente. Os movimentos respiratórios do feto necessitam de surfactante, visto que os pulmões não estão preenchidos de líquido amniótico e o feto não recebe oxigênio do sangue materno por meio da placenta. Em virtude da alta complacência pulmonar, o recém-nascido afetado (pela síndrome) só pode expirar por meio de esforços extremamente extenuantes, os quais podem causar, em última instância, exaustão completa, incapacidade de respirar, colapso pulmonar e morte.
III. A asma é uma doença caracterizada por episódios intermitentes, durante os quais ocorre forte contração da musculatura lisa das vias respiratórias, aumentando acentuadamente sua resistência. O defeito básico na asma é a inflamação crônica das vias respiratórias, cujas causas variam de pessoa para pessoa e incluem, entre outras condições, alergia, infecções virais e sensibilidade a fatores ambientais. A inflamação subjacente torna o músculo liso das vias respiratórias hiper-responsivo, causando a sua forte contração em resposta a diversos fatores, como exercício (particularmente no ar frio e seco), fumaça de tabaco, poluentes ambientais, vírus, lergênicos, substâncias químicas broncoconstritoras normalmente liberadas e uma variedade de outros fatores desencadeantes potenciais.
IV. A bronquite crônica caracteriza-se pela produção excessiva de muco nos brônquios e por alterações inflamatórias crônicas das vias respiratórias pequenas. A causa da obstrução consiste no acúmulo de muco nas vias respiratórias e no espessamento das vias respiratórias inflamadas. Os mesmos agentes que provocam enfisema também causam bronquite crônica, razão pela qual essas duas doenças coexistem com frequência. A bronquite também pode ser aguda, por exemplo, em resposta a infecções virais, como as que causam infecções das vias respiratórias superiores, nesses casos, a tosse e a produção excessiva de escarro e muco associadas à bronquite aguda tipicamente sofrem resolução dentro de 2 a 3 semanas.
V. O enfisema caracteriza-se por uma perda do tecido elástico e pela destruição das paredes alveolares, levando a um aumento da complacência. Além disso, podem ocorrer atrofia e colapso das vias respiratórias inferiores. Na realidade, ocorre autodestruição dos pulmões, que são atacados por enzimas proteolíticas secretadas pelos leucócitos em resposta a uma variedade de fatores. Além dos problemas observados na troca gasosa, o enfisema está associado a um aumento acentuado na resistência das vias respiratórias, o que aumenta muito o trabalho da respiração e, se for grave o suficiente, pode causar hipoventilação. A obstrução das vias respiratórias no enfisema é causada pelo colapso das vias respiratórias inferiores, particularmente durante a expiração.
Concurso:
Prefeitura de Terra Boa - PR
Disciplina:
Fisioterapia
A fisiopatologia da doença e a condição clínica do
paciente são cruciais para a aplicação adequada da
ventilação mecânica e um modo ventilatório pode ser
descrito de acordo com as seguintes variáveis: de
controle, de fase e condicional. Sendo assim, leia a
descrição a seguir e assinale a alternativa que
apresenta o modo ventilatório descrito: “É um modo
de suporte ventilatório parcial, que auxilia a
ventilação espontânea iniciada pelo drive do paciente
por meio de um nível constante de pressão positiva
nas vias aéreas, tornando possível ao paciente o
controle do disparo e do tempo inspiratório e
expiratório. Esse é um modo ventilatório ciclado a
fluxo, com o término da fase inspiratória
determinado por diferentes critérios entre os
ventiladores. A maioria dos aparelhos interrompe o
fluxo inspiratório quando este atinge 25% do pico de
fluxo, mas pode ser interrompido também por um
fluxo mínimo e predeterminado para o final da
inspiração (4 ?/min, 5 ?/min, 6 ?/min, 10 ?/min), de
acordo com o modelo e o fabricante do ventilador. O
fluxo inspiratório e o volume corrente dependem do
nível de pressão aplicada, da intensidade do esforço
do paciente e da impedância do sistema respiratório
(complacência e resistência). Consequentemente, a
ventilação não é garantida, dependendo de um drive
respiratório estável. Os ajustes pré-fixados,
necessários para iniciar esse modo, são o modo bilevel (ou binível – dois níveis de pressão), que
possibilita ciclos espontâneos, a sensibilidade do
ventilador e o nível de pressão de suporte. As demais
variáveis do ciclo serão determinadas pelo paciente.
A graduação da intensidade do trabalho respiratório
do paciente é determinada pelo nível de pressão
ajustada, prevenindo a fadiga muscular decorrente
do trabalho excessivo e a atrofia muscular, resultante
da assistência ventilatória e da sedação
prolongadas.”
Sobre as estratégias de ventilação mecânica, é CORRETO
afirmar que:
São contraindicações absolutas ao transplante
pulmonar, EXCETO: