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Concurso:
Prefeitura de Foz do Iguaçu - PR
Disciplina:
Psicologia
Segundo Freud, são vários os mecanismos que o indivíduo pode usar para realizar uma deformação da realidade, chamados de mecanismos de defesa. Sobre os tipos de mecanismos de defesa, relacione as colunas a seguir e, então, assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
I. Recalque.
II. Formação reativa.
III. Regressão.
IV. Projeção.
V. Racionalização.
(__) Um exemplo é quando entendemos uma proibição como permissão porque não "ouvimos" o "não". É o mais radical dos mecanismos de defesa.
(__) O indivíduo retorna a etapas anteriores de seu desenvolvimento; é uma passagem para modos de expressão mais primitivos.
(__) É um mecanismo de uso frequente e observável na vida cotidiana. Um exemplo é o jovem que critica os colegas por serem extremamente competitivos e não se dá conta de que também o é, às vezes até mais que os colegas.
(__) O ego procura afastar o desejo que vai em determinada direção, e, para isto, o indivíduo adota uma atitude oposta a este desejo. Um bom exemplo são as atitudes exageradas, como ternura excessiva e superproteção, que escondem o seu oposto, no caso, um desejo agressivo intenso.
(__) Dois exemplos: o pudor excessivo justificado com argumentos morais; e as justificativas ideológicas para os impulsos destrutivos que eclodem na guerra ou no preconceito.
I. Recalque.
II. Formação reativa.
III. Regressão.
IV. Projeção.
V. Racionalização.
(__) Um exemplo é quando entendemos uma proibição como permissão porque não "ouvimos" o "não". É o mais radical dos mecanismos de defesa.
(__) O indivíduo retorna a etapas anteriores de seu desenvolvimento; é uma passagem para modos de expressão mais primitivos.
(__) É um mecanismo de uso frequente e observável na vida cotidiana. Um exemplo é o jovem que critica os colegas por serem extremamente competitivos e não se dá conta de que também o é, às vezes até mais que os colegas.
(__) O ego procura afastar o desejo que vai em determinada direção, e, para isto, o indivíduo adota uma atitude oposta a este desejo. Um bom exemplo são as atitudes exageradas, como ternura excessiva e superproteção, que escondem o seu oposto, no caso, um desejo agressivo intenso.
(__) Dois exemplos: o pudor excessivo justificado com argumentos morais; e as justificativas ideológicas para os impulsos destrutivos que eclodem na guerra ou no preconceito.
Concurso:
Prefeitura de Foz do Iguaçu - PR
Disciplina:
Psicologia
Preencha as lacunas a seguir e, então, assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Freud abandonou as perguntas no trabalho terapêutico com os pacientes e os deixou dar livre curso às suas idéias, observou que, muitas vezes, eles ficavam embaraçados, envergonhados com algumas idéias ou imagens que lhes ocorriam. A esta força psíquica que se opunha a tornar consciente, a revelar um pensamento, Freud denominou ________________________. E chamou de ____________________ o processo psíquico que visa encobrir, fazer desaparecer da ______________________, uma idéia ou representação insuportável e dolorosa que está na origem do sintoma. Estes conteúdos psíquicos "localizam-se" no ____________________.
Freud abandonou as perguntas no trabalho terapêutico com os pacientes e os deixou dar livre curso às suas idéias, observou que, muitas vezes, eles ficavam embaraçados, envergonhados com algumas idéias ou imagens que lhes ocorriam. A esta força psíquica que se opunha a tornar consciente, a revelar um pensamento, Freud denominou ________________________. E chamou de ____________________ o processo psíquico que visa encobrir, fazer desaparecer da ______________________, uma idéia ou representação insuportável e dolorosa que está na origem do sintoma. Estes conteúdos psíquicos "localizam-se" no ____________________.
Segundo Feist, Feist e Roberts (2015, p.24-25), os principais mecanismos de defesa identificados por Freud incluem repressão, formação reativa, deslocamento, fixação, regressão, projeção, introjeção e sublimação. Freud elaborou inicialmente a ideia dos mecanismos de defesa em 1926 (FREUD,1926/1959a), e sua filha Anna refinou e organizou o conceito (A. FREUD,1946). Mesmo que os mecanismos de defesa sejam normais e usados universalmente, quando levados ao extremo, culminam em comportamento compulsivo, repetitivo e neurótico. Segundo Freud, qual é o propósito do ego ao estabelecer os mecanismos de defesa
Segundo Dalgalarrondo (2019, p.496), a teoria psicanalítica desenvolvida por Freud tem repercussões muito influentes sobre como se compreende a personalidade humana. Além disso, a maior parte dos testes projetivos de personalidade utiliza em parte ou na sua totalidade abordagens e conceitos oriundos da psicanálise freudiana. Pode-se concordar ou não com as perspectivas e teorias de Freud sobre o ser humano; não se pode, entretanto, desconhecê-las. Para Freud, a personalidade (ele usa para o que atualmente chamamos “personalidade” as palavras alemãs Charakter – caráter, ou Typen – tipos) se desenvolve marcada pelo modo como a criança é gratificada em termos de sua libido (compreendida como energia “vital-sexual”). A libido na criança passa por diversas fases; ela está concentrada inicialmente no prazer oral relacionado com a amamentação. Com base no enunciado, assinale a alternativa que, de forma CORRETA, complementa a ideia proposta por Freud para se compreender a personalidade humana:
Garcia-Roza (2008, pp.75-76), ao abordar a obra freudiana, reflete sobre o luto e a melancolia, destacando:
“Na melancolia o processo é em tudo semelhante ao do luto. Há também uma perda de objeto (embora não necessariamente por morte) e uma diminuição do interesse pelo mundo, acompanhadas de incapacidade para estabelecer nova relação amorosa. A característica distintiva está na auto-recriminação, no auto-envilecimento acompanhado de expectativa de punição exagerada. [...] Uma outra diferença notável entre a perda objetal que caracteriza o luto e a que caracteriza a melancolia é que, enquanto no luto é o mundo que se torna pobre e vazio, na melancolia é o próprio eu.”
Nesse sentido, tanto no luto quanto na melancolia, há uma perda do objeto, mas, na melancolia, essa perda em relação ao objeto perdido resulta no processo psíquico inconsciente denominado:
“Na melancolia o processo é em tudo semelhante ao do luto. Há também uma perda de objeto (embora não necessariamente por morte) e uma diminuição do interesse pelo mundo, acompanhadas de incapacidade para estabelecer nova relação amorosa. A característica distintiva está na auto-recriminação, no auto-envilecimento acompanhado de expectativa de punição exagerada. [...] Uma outra diferença notável entre a perda objetal que caracteriza o luto e a que caracteriza a melancolia é que, enquanto no luto é o mundo que se torna pobre e vazio, na melancolia é o próprio eu.”
Nesse sentido, tanto no luto quanto na melancolia, há uma perda do objeto, mas, na melancolia, essa perda em relação ao objeto perdido resulta no processo psíquico inconsciente denominado: