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O crescimento de colônias bacterianas in vitro consiste na multiplicação celular em meios de cultura artificiais. Esse processo se dá pela divisão binária, onde uma célula se divide em duas, e ocorre em quatro fases principais: fase lag (adaptação), fase exponencial, fase estacionária (equilíbrio) e fase de declínio (morte celular). A quantificação é comumente medida por Unidades Formadoras de Colônias (UFC) em placas de Petri. A bactéria Escherichia coli (E. coli) é a bactéria-modelo mais utilizada para estudos de crescimento in vitro devido à sua rápida duplicação.

Sabendo que, na fase exponencial, o crescimento da E. coli segue uma progressão geométrica, que no início dessa fase do experimento havia a quantidade de 3 UFCs, e que 11 horas depois havia 15 UFCs, encontre o logaritmo decimal da quantidade aproximada (em UFCs) da bactéria 3 horas depois do início do experimento.

São dadas as aproximações:
log2 = 0,30 e log3 = 0,48.
Em uma atividade sobre funções exponenciais e logarítmicas, um professor definiu

f(x) = 2x + 1
e
g (x) = log2 (x ? 1), com x > 1.

Ele pediu aos estudantes que determinassem o número real x que satisfaz
f(g(x)) = 9

O valor correto de x é

A quantidade de um medicamento no sangue de um paciente diminui ao longo do tempo segundo a função:



Imagem associada para resolução da questão



Onde Q(t) é a quantidade do medicamento (em mg) após t horas,120 mg é a quantidade inicial administrada. Após 2 horas, qual será a quantidade de medicamento no organismo, aproximadamente?

Uma colônia de bactérias cresce de acordo com a função:



N(t) = 500 .20,3t



Onde N(t) é o número de bactérias e t é o tempo em horas, após quantas horas a colônia atingirá 4.000 bactérias?

Albert Einstein previu, no século passado, que se as abelhas desaparecessem da superfície da Terra, o homem teria apenas mais quatro anos de vida. A morte em grande escala desse animal, interpretada como apocalíptica na época, é hoje um alerta real. Desde o começo do século, casos de morte e sumiço de abelhas são registrados nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, estudiosos destacam episódios alarmantes a partir de 2005. Agora, o fenômeno parece chegar ao ápice. Nos últimos três meses, mais de 500 milhões de abelhas foram encontradas mortas por apicultores apenas em quatro estados brasileiros, segundo levantamento da Agência Pública e Repórter Brasil.

(Fonte:https://envolverde.cartacapital.com.br/apicultores-brasileiros-encontram-meio-bilhao-de-abelhas-mortas-em-tres-meses/).


Em 2018, pesquisas realizadas por Apicultores da Região Sul do Brasil constataram que, devido à grande presença de agrotóxicos neonicotinoides (principais inimigos das abelhas), a população P de determinada espécie de abelhas morre segundo a função P(t) = 250 ⋅ 2t, onde t está medido em minutos. O tempo necessário para que o agrotóxico elimine 2000 abelhas é de: