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A temática da diversidade tornou-se pauta obrigatória para os sistemas escolares nas últimas décadas. Proveniente de demandas dos movimentos sociais – em particular do Movimento Negro, desde o início do século XX, e, mais recentemente, na década de 1980, do Movimento de Trabalhadores em Educação – a diversidade foi sendo gradualmente incorporada aos currículos tanto a partir de práticas de professores que reconheceram a necessidade de atuar em prol de uma reeducação das relações raciais quanto em decorrência das imposições previstas pelas Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, que instituíram a obrigatoriedade do estudo da história e da cultura afrodescendente, africana e indígena. Apesar disso, a tarefa não tem sido realizada de forma pacífica, uma vez que a realização efetiva das mudanças que essa agenda requer implica no enfrentamento de aspectos centrais do chamado sistema-mundo moderno-ocidental, o qual pressupõe a raça e o racismo como seus elementos estruturantes e constituintes.
(QUIJANO, 2005.)
A BNCC (Base Nacional Curricular Comum) traz em vários momentos a discussão sobre a diversidade e preconiza dentre outros aspectos relativos a essa temática: 
As fontes históricas, entendidas como os vestígios deixados pelos seres humanos ao longo do tempo e que trazem resquícios de suas práticas particulares e de seu grupo, podem ser trazidas para a sala de aula a partir das tecnologias. Há uma série de arquivos virtuais com seus acervos digitalizados parcialmente e que permitem o contato com fontes oficiais, fotografias ou mesmo dados imigratórios, registros estatísticos, dentre outros. Um exemplo é o arquivo da Biblioteca Nacional, em sua hemeroteca digital [https://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital], que disponibiliza diversos periódicos brasileiros gratuitamente para consulta. [...]
(Disponível em: http://www.uel.br/eventos/sepech/sumarios/temas/ ensino_e_historia_o_uso_das_fontes_historicas_como_ferramentas_na_p roducao_de_conhecimento_historico.pdf.)
O uso de fontes históricas não é prática totalmente nova na pedagogia das aulas de história. Nos dias atuais, com a tecnologia como elemento facilitador do acesso a essas fontes:
A historiografia contemporânea ampliou significativamente o conceito de fonte histórica, incorporando novos materiais, evidências e enfoques. No que se refere aos tipos de fontes históricas, assinale a alternativa CORRETA.

Considere a seguinte situação abaixo: 


Uma professora de História do 6º ano do Ensino Fundamental está explanando sobre os diferentes tipos de tempo. A professora explica: "Esse tempo se refere a contagem de tempo por meio de relógios e calendários, sendo calculado em frações exatas e constantes. Nesse sentido, convencionou-se que um dia têm 24 horas."


Sobre qual tempo a professora se refere em sua explicação?

"Tal é uma concepção de ciência diferente do positivismo, mas que, em vários momentos, se articula com ele. Desenvolveu-se, na Alemanha, no final do século XVIII e início do século XIX, sob o postulado de que qualquer fenômeno social, cultural ou político é histórico. Segundo Michel Löwy (1996: 70-71), '(...) o objetivo desta concepção de história foi o de legitimar as instituições econômicas, sociais e políticas existentes na Alemanha, na Prússia, na sociedade tradicional, enquanto produtos legítimos do processo histórico, como resultado de séculos e séculos de história (...)'".
Fonte (adaptada): FAUSTINO, R. C.; GASPARIN, J. L. Acta Scientiarum, Maringá, 23(1):157-166, 2001. p. 163. 

Sobre qual vertente da filosofia da História refere-se o excerto acima?