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Contudo, se a teoria clássica é apenas aplicável ao caso do pleno emprego, torna-se obviamente enganoso aplicá-la aos problemas de desemprego involuntário – supondo-se que tal coisa exista (e quem o negará?). Os teóricos da escola clássica são comparáveis aos geômetras euclidianos em um mundo não euclidiano, os quais, descobrindo que, na realidade, as linhas aparentemente paralelas se encontram com muita frequência, as criticam por não se conservarem retas, como único recurso contra as desastrosas interseções que se produzem. Sendo esta a realidade, não há, de fato, nenhuma outra solução a não ser rejeitar o axioma das paralelas e elaborar uma geometria não euclidiana.
(Keynes, 1996, p. 54.)
A teoria clássica criticada por John Maynard Keynes tem como seus principais autores:

Contudo, se a teoria clássica é apenas aplicável ao caso do pleno emprego, torna-se obviamente enganoso aplicá-la aos problemas de desemprego involuntário – supondo-se que tal coisa exista (e quem o negará?). Os teóricos da escola clássica são comparáveis aos geômetras euclidianos em um mundo não euclidiano, os quais, descobrindo que, na realidade, as linhas aparentemente paralelas se encontram com muita frequência, as criticam por não se conservarem retas, como único recurso contra as desastrosas interseções que se produzem. Sendo esta a realidade, não há, de fato, nenhuma outra solução a não ser rejeitar o axioma das paralelas e elaborar uma geometria não euclidiana.

(Keynes, 1996, p. 54.)

A teoria clássica criticada por John Maynard Keynes tem como seus principais autores:

. Leia sobre o trabalho com fontes e ensino de história e responda
“O trabalho com o documento (...) escrito, arqueológico, figurativo, oral, que é interrogar os silêncios da História (...) algo que nos foi dado intencionalmente, ele é o produto de certa orientação da História, de que devemos fazer crítica, não só segundo as regras do método positivista, que obviamente continuam necessárias a certo nível, mas também de uma maneira que eu qualificaria de quase ideológica. Tem um caráter mais ou menos fabricado.” (Adaptado)
O trecho demonstra aspectos da documentação histórica que devem ser trabalhados em sala de aula. É importante explicar ao aluno:
A escola dos Annales, entre os anos 1960 e 1970, realizou um movimento nos fundamentos teóricos da história que ficou conhecido pela expressão “do porão ao sótão”, que resumidamente quer dizer:
Analises os trechos abaixo.

A “Nova História”, tem por vezes “um desejo de ser a porta-voz de uma visão que seria a do “homem comum, do “homem da rua”", das “massas inarticuladas”, ainda que tal engajamento com frequência prefira enfocar as minorias discriminadas em lugar das maiorias exploradas.”
(CARDOSO, Ciro F. História e Paradigmas Rivais. In: VAINFAS, Ronaldo (org.). Dominios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 19.)

A "[...] investigação que, no início, girava em torno de um indivíduo, sobretudo de um indivíduo aparentemente fora do comum, acabou desembocando numa hipótese geral sobre a cultura popular e, mais precisamente, sobre a cultura camponesa da Europa pré-industrial [...]”.
(GINZBURG, CARLO. O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela inquisição. Tradução de Maria Betania Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.p. 10.)

Com base nas informações apresentadas acima, assinale a opção que descreve a relação entre os apontamentos de Ciro Fiamarion Cardoso e de Carlo Ginzburg.