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Recém-nascido, sexo masculino, a termo, peso 3.720 g, apresenta
hipertelorismo ocular, fissuras palpebrais com inclinação
descendente, ptose palpebral bilateral, implantação baixa de
orelhas com hélice espessada e rotação posterior, pescoço alado,
pectus carinatum e pectus excavatum, sopro sistólico no foco
pulmonar e SatO2 96%. Cariótipo (amniocentese) 46,XY.
De acordo com características morfológicas descritas no período neonatal e cariótipo, é correto afirmar que se trata de uma síndrome genética e que
De acordo com características morfológicas descritas no período neonatal e cariótipo, é correto afirmar que se trata de uma síndrome genética e que
Um lactente do sexo masculino, com 4 meses de idade, foi
encaminhado ao serviço de Imunologia Pediátrica por apresentar
diarreia aquosa intensa desde o primeiro mês de vida,
importante dificuldade de ganho ponderoestatural e dermatite
eczematosa difusa de início precoce.
Nas últimas semanas, ele desenvolveu hiperglicemia persistente, sendo iniciado tratamento com insulina. Não apresentou infecções bacterianas graves nem infecções oportunistas recorrentes.
Os exames laboratoriais revelaram: hemoglobina: 9,8 g/dL (VR: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 8.900/mm³ (VR: 6.000–17.500/mm³); eosinófilos: 14% (VR: 1–6%); imunoglobulina E (IgE): 2.180 UI/mL (VR: <15 UI/mL para a idade); imunoglobulinas G, A e M dentro dos valores esperados para a idade; autoanticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico (anti-GAD) positivos.
A endoscopia digestiva alta evidenciou enteropatia inflamatória difusa, e a biópsia duodenal revelou infiltrado linfoplasmocitário da lâmina própria, atrofia vilositária parcial e aumento de linfócitos T intraepiteliais, sem evidência de agentes infecciosos. O sequenciamento genético identificou uma variante patogênica hemizigótica no gene FOXP3.
A alteração imunológica que melhor explica, de forma integrada, as manifestações clínicas, laboratoriais e moleculares desse paciente é
Nas últimas semanas, ele desenvolveu hiperglicemia persistente, sendo iniciado tratamento com insulina. Não apresentou infecções bacterianas graves nem infecções oportunistas recorrentes.
Os exames laboratoriais revelaram: hemoglobina: 9,8 g/dL (VR: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 8.900/mm³ (VR: 6.000–17.500/mm³); eosinófilos: 14% (VR: 1–6%); imunoglobulina E (IgE): 2.180 UI/mL (VR: <15 UI/mL para a idade); imunoglobulinas G, A e M dentro dos valores esperados para a idade; autoanticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico (anti-GAD) positivos.
A endoscopia digestiva alta evidenciou enteropatia inflamatória difusa, e a biópsia duodenal revelou infiltrado linfoplasmocitário da lâmina própria, atrofia vilositária parcial e aumento de linfócitos T intraepiteliais, sem evidência de agentes infecciosos. O sequenciamento genético identificou uma variante patogênica hemizigótica no gene FOXP3.
A alteração imunológica que melhor explica, de forma integrada, as manifestações clínicas, laboratoriais e moleculares desse paciente é
Durante a investigação de hematúria microscópica e proteinúria
moderada em paciente do sexo masculino, de 17 anos, foram
identificados, no exame físico, um discreto déficit auditivo
bilateral e a presença de lenticone anterior.
A próxima abordagem diagnóstica é
A próxima abordagem diagnóstica é
Recém-nascido, a termo, sexo masculino, apresenta quadro de
íleo meconial. Anti-HIV materno – negativo. Os pais são primos.
Recebe alta para acompanhamento com Pediatra. Realiza teste
de triagem na Clínica da Família, mas a mãe comparece à
consulta, aos 4 meses de vida do lactente, com o exame que
mostra dosagem de IRT anormal, nas duas coletas, nos primeiros
30 dias. O acompanhamento pediátrico é irregular. Aos 18 meses,
após 4 infecções respiratórias que demandaram internação, o
lactente é encaminhado para investigação por baixo ganho
ponderal e eliminação de fezes oleosas.
Com relação à principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que
Com relação à principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que