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A hidrografia do Maranhão é marcada pela densa rede de rios que drenam o território, com destaque para a bacia do Rio Itapecuru, o principal curso d'água do estado em extensão e importância econômica, que atravessa a região central. Outros rios relevantes incluem o Mearim, Pindaré e Gurupi, que formam importantes planícies aluvionares e contribuem para a fertilidade do solo em suas margens, além de serem vias de transporte e fonte de recursos hídricos para a população.
O relevo do estado do Maranhão é predominantemente plano, caracterizado pela presença de extensas planícies e tabuleiros, especialmente na porção litorânea e na bacia do Rio Itapecuru. A região oeste do estado apresenta uma maior ondulação, com a ocorrência de chapadas e serras de baixa altitude, como a Serra da Grota Funda e a Serra do Tirirical, que não ultrapassam os 400 metros de elevação.
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A hidrografia maranhense é notadamente influenciada pela presença de grandes bacias hidrográficas, como a do Tocantins-Araguaia e a do Parnaíba, cujos rios desempenham papel crucial no transporte, na geração de energia e no abastecimento das diversas regiões do estado.
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O relevo do Maranhão é predominantemente plano, com a presença de extensas planícies e tabuleiros costeiros, além de áreas de planalto na porção centro-sul, caracterizando uma diversidade geomorfológica que influencia os padrões de drenagem e a ocupação do solo.
A iniciativa de transformar o Maranhão de uma economia predominantemente agrícola para uma industrial, denominada por Viveiros como a 'vertigem das fábricas', enfrentou sérias dificuldades financeiras, levando os empresários a buscarem sustentação em outras bases econômicas para evitar o colapso do parque fabril.