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As doenças crônicas não transmissíveis respondem pela maior parcela das mortes em todo o mundo, sendo parte importante destas relacionadas ao câncer. A principal causa de morte por câncer no mundo é
Homem,65 anos, obeso, tabagista (mais de 20 cigarros por dia), hipertenso com tratamento irregular, chega ao PS com queixa de precordialgia, tipo aperto há pouco mais de 40 minutos, acompanhada de palpitações, náuseas e vômitos. O ECG apresenta inversão profunda (> 5 mm) e simétrica da onda T, que se normaliza com o uso de nitrato sublingual, havendo também melhora da dor. Nesse caso,

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GMW,69 anos, sexo feminino, aposentada, com queixa de incapacidade para marcha há 03 meses, além de gonalgia esquerda (E) e artralgia em pé direito (D). Tem como antecedentes hipertensão arterial sistêmica, osteoporose, ansiedade e depressão, além de histórico de múltiplos focos de osteomielite crônica em fêmur direito, quadril direito, úmero esquerdo, punho direito, tratados entre 1957 e 1979, e sequela de fratura de úmero proximal esquerdo por queda em 2005, clipagem de aneurisma cerebral em 2000, sequela de trombose venosa profunda em membro inferior esquerdo em 2000 e 2009 e internação por tromboembolismo pulmonar em 2011. Em uso de Marevan, Diovan HCT, anlodipina, alendronato de sódio, carbonato de cálcio, Citalopram e bromazepam. Ao exame físico, apresenta importante limitação à marcha com bengala com apoio do membro superior direito, dismetria de membros inferiores, crepitação patelar bilateral e importante diminuição de mobilidade patelar bilateral. Amplitude movimento (ADM) de quadril D: 10° com postura tendendo à adução e flexão, ADM de joelho D: extensão= 0°, flexão = 100°, ADM de joelho E: extensão=0°, flexão= 95°. Edema +/4+ em tornozelo D, sem instabilidades. Peso= 69 kg, altura = 1,54 m. Raio-X de bacia, de joelhos e de ombro esquerdo evidenciam importante redução do espaço articular acetabular, com impactação óssea e deformidades no fêmur direito, deformidade da cabeça umeral E e redução do espaço articular do ombro E, e redução importante do espaço articular de compartimento medial de joelhos, com osteófitos exuberantes. Escanograma de membros inferiores mostra dismetria de 7,5 cm a favor de membro inferior esquerdo. Quais seriam as medidas de intervenção fisiátrica que você indicaria para otimizar a marcha nessa paciente?
AFG,63 anos, sexo feminino, comerciante autônoma, há 10 anos com queixa de gonalgia bilateral, protomecânica, agravada ao subir escadas e aos grandes deslocamentos, já tendo realizado 30 sessões de fisioterapia (com gelo e ondas curtas), em uso de diclofenaco de sódio 50 mg 4/4h, alendronato de sódio 70 mg/semana e carbonato de cálcio 500 mg/dia, sem melhora satisfatória. Relata HAS, há 7 anos, e 02 quedas da própria altura nos últimos 20 dias, sem maiores consequências, e há 15 dias dor em queimação em face anterior da coxa D e tumoração em fossa poplítea D. Ao exame físico em BEG, marcha antálgica à D, peso = 73 kg, altura= 1,52 m, genu valgo bilateral mais acentuado à D, cisto de Baker à D, edema +/4+ em joelho D com aumento de temperatura local e dor à palpação de face medial, arco de movimento de joelho D limitado a 110º de flexão, hipotrofia de vasto médio-oblíquo e adutores de coxa bilateral, força muscular G IV de quadríceps à D, bandas tensas e pontos-gatilho miofasciais latentes em quadríceps, adutores de coxa, ileopsoas e gastrocnêmios à D, glúteos e paravertebrais bilateral. R-X de joelhos mostra importante redução do espaço articular e esclerose do osso subcondral de côndilo medial femoral D e osteófitos marginais em platô tibial bilateral. Densitometria óssea mostra coluna com T (L2-L4)= – 2,4 DP e T fêmur (colo) = – 2,6 DP.
A conduta terapêutica adequada é de
Homem de 80 anos de idade, em avaliação por hipótese de apneia do sono, foi orientado a procurar interconsulta cardiológica por hipertensão arterial sistêmica estágio 2. Sua espo- sa relata um padrão respiratório semelhante ao de Cheyne-Stokes durante o sono do marido. Em relação a ambos os quadros, é correto afirmar que