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Homem de 70 anos, tabagista, com diagnóstico prévio de DPOC moderado e Diabetes Mellitus tipo 2 controlado, procura atendimento por febre (38,4?ºC), tosse produtiva com expectoração amarelada, prostração e dispneia progressiva há quatro dias. Ao exame físico, encontra-se lúcido e orientado, com frequência respiratória de 28?irpm, pressão arterial de 102/66?mmHg, frequência cardíaca de 108?bpm e saturação de oxigênio de 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes em base esquerda. A radiografia de tórax revela consolidação no lobo inferior esquerdo. Exames laboratoriais mostram leucocitose leve e PCR elevada.


Com base nesse caso clínico, a conduta mais apropriada é 

Uma mulher de 72 anos comparece a uma consulta com o clínico geral para avaliação de rotina. Está lúcida, orientada, com história de hipertensão bem controlada, sem outras comorbidades. Relata nunca ter recebido vacina após os 50 anos e desconhece seu calendário vacinal da infância. Nega viagens recentes, surtos na região ou exposição a doenças infecciosas. Durante a anamnese, menciona que convive diariamente com o neto de dois anos e pretende realizar uma viagem internacional para a África nos próximos meses.


Com base nas recomendações atualizadas da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), para o calendário vacinal do idoso em 2024/2025, as vacinas indicadas para essa consulta inicial são

Paciente masculino, 68 anos, portador de adenocarcinoma pulmonar metastático, é internado para controle de dor óssea refratária. Relata uso domiciliar de tramadol 100 mg de 6/6h sem alívio adequado da dor (escala visual analógica = 8/10). Ao exame físico, apresenta-se desidratado, com performance status ECOG 2.


Os exames laboratoriais mostram:


• cálcio total 12,8 mg/dL (VR: 8,5-10,5);


• cálcio ionizado 1,45 mmol/L (VR: 1,12-1,32);


• creatinina 1,4 mg/dL (VR: 0,7-1,2)


• ureia 52 mg/dL (VR: 15-45);


• clearance de creatinina estimado 55 mL/min/1,73m²;


• sódio 138 mEq/L;


• potássio 4,2 mEq/L;


• ALT 28 U/L;


• AST 32 U/L (função hepática normal).



Acerca da conduta terapêutica mais adequada para o controle da dor nesse paciente, é correto afirmar que

Mulher de 86 anos é levada pela filha à consulta no ambulatório de clínica médica, com queixa de quedas frequentes. A paciente tem diagnóstico prévio de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia, depressão, déficit cognitivo leve e constipação intestinal. Está em uso de losartana, hidroclorotiazida, atenolol, metformina, gliclazida, rosuvastatina, escitalopram, donepezila e lactulose. Segundo a filha da paciente, as quedas ocorrem em diversos horários do dia, mais frequentemente na madrugada, ao se levantar para ir ao banheiro. Ao exame físico, a idosa apresenta leve bradipsiquismo e sinais de sarcopenia; pressão arterial do membro superior direito de 138 x 92 mmHg, quando deitada, e 110 x 70 mmHg, quando sentada.
O plano terapêutico apropriado ao contexto desse caso deve incluir
Homem, 76 anos, com histórico de insuficiência cardíaca, hipertensão arterial e DM2, faz uso regular de furosemida, enalapril, espironolactona, metformina, insulina NPH, AAS e clonazepam. Nos últimos meses, apresenta quedas frequentes, episódios de confusão mental e sonolência diurna. Exames laboratoriais revelam função renal preservada e potássio sérico de 5,6 mEq/L. Qual das condutas a seguir representa a abordagem mais adequada em relação à polifarmácia apresentada pelo paciente?