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Criança de 14 meses, previamente saudável, aleitamento materno até 12 meses e introdução alimentar tardia. Está ativa, mas apresenta palidez cutaneomucosa discreta. Hemograma: Hb: 9,8 g/dL; Ht: 30%; VCM: 68 fL; HCM: 23 pg; ferritina sérica: 9 ng/mL; saturação de transferrina: 10%. Não há outras deficiências nutricionais ou doenças associadas.

Nesse caso, a conduta adequada é
Mulher de 78 anos de idade, portadora de insuficiência cardíaca crônica com fração de ejeção preservada, é internada com hemoglobina de 6,8 g/dL, sendo indicada transfusão de concentrado de hemácias. Após aproximadamente uma hora do início da transfusão, inicia dispneia súbita, ortopneia. Frequência cardíaca de 105 bpm e pressão arterial de 150??×??90 mmHg. Saturação de oxigênio: 87% em ar ambiente. Estase jugular presente, ausculta pulmonar com estertores bilaterais, temperatura normal.

Qual é a hipótese diagnóstica?
Homem, 55 anos de idade, portador de fibrilação atrial, em uso de varfarina, e doença renal crônica não dialítica, faz uso de ibuprofeno por 5 dias por dor lombar. O paciente apresenta episódio de hematêmese. Pressão arterial: 85??×??50 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, tempo de enchimento capilar prolongado, INR: 10,5. Iniciada ressuscitação volêmica.

Além de suspender a varfarina, qual é a conduta imediata na sala de emergência em relação à anticoagulação?
No contexto das coagulopatias hereditárias no cenário brasileiro, considerando os dados epidemiológicos e fisiopatológicos, a mais comum é a: 
A mielotoxicidade é um efeito adverso comum da quimioterapia, resultante da ação dos fármacos sobre a medula óssea. O monitoramento dessa toxicidade é vital, pois ela se manifesta clinicamente pela redução das células sanguíneas: