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Um paciente de 40 anos de idade, com quadro de leucemia mieloide aguda (LMA-M1), apresenta recidiva da doença depois da primeira remissão completa.

A recomendação para a continuidade do tratamento do paciente, visando a lhe oferecer as melhores chances de cura ou longa sobrevida atuarial livre de doença é 
Uma jovem de 23 anos de idade é encaminhada a um hematologista para investigação de anemia. Sua dosagem de hemoglobina é de 9 g/dL, contagem de plaquetas de 100.000/µL, e leucometria normal. O VCM é de 108 fL.
Trouxe também, para mostrar ao hematologista, dosagem de ferro, ferritina e ácido fólico, todos normais e dosagem de vitamina B12 muito abaixo do normal.
A paciente é vegetariana estrita há dois anos, não come nada de origem animal e diz que nada a fará voltar a comer estes produtos, nem mesmo ovos ou laticínios.

A respeito do tratamento imediato e de longo prazo desta paciente, é correto afirmar que 
Um paciente de 24 anos de idade, portador de Doença Falciforme (SS), apresenta crises vaso-oclusivas de repetição, precisando buscar auxílio médico emergencial a cada 2 semanas, em média.
O paciente faz uso regular de ácido fólico, codeína, cetorolaco trometamol e dipirona.

A conduta recomendada para diminuir a frequência das crises é 
O novo regulamento técnico para serviços de Hemoterapia, (portaria nº 11.285/2026, publicada pelo Ministério da Saúde em 03/07/2026), determinou que a filtração de leucócitos em componentes sanguíneos não pode mais ser feita com filtros para uso à beira do leito.

Uma das razões para essa nova determinação baseia-se no fato de que
Uma paciente de 55 anos de idade, portadora de Policitemia Vera (PV) há sete anos, vinha sendo tratada com hidroxiureia, 500 mg/dia. com controle de eritrocitose, da leucocitose e da trombocitose, que se mantinham dentro dos limites máximos da normalidade. O exame físico mostrava apenas discreta esplenomegalia.
Seu hemograma, feito 3 semanas antes da consulta agendada com o hematologista-assistente, mostrava uma dosagem de hemoglobina de 8,5 g/dL, leucometria total de 18.500/µL, desvio à esquerda (mielócitos e metamielócitos circulantes) e contagem de plaquetas de 105.000/µL. O esfregaço do sangue periférico mostrava eritroblastos, anisopoiquilocitose e numerosos dacriócitos. Ao exame físico, a esplenomegalia havia aumentado consideravelmente.
O médico colheu um novo hemograma durante a consulta e o resultado foi idêntico ao anterior.

A hipótese mais provável para explicar a mudança súbita no hemograma é