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A família de uma paciente de 18 anos de idade, portadora de beta-talassemia, está em programa de hipertransfusão. A paciente tolera bem as transfusões, e não está alo-imunizada. Mesmo assim, a família decide entrar na justiça para que a filha passe a receber luspatercepte, que não está incorporado ao SUS. Eles pedem ao médico-assistente que elabore um relatório, explicando porque esse medicamento pode mudar o prognóstico e a história natural da doença, e como a filha se beneficiaria desta terapia.

De acordo com as evidências até agora disponíveis, o médico deve indicar, em seu relatório, que o luspatercepte 
Um paciente internado em um centro de atendimento a queimados recebe transfusão de uma bolsa de concentrado de hemácias. Uma hora depois do início da infusão, sua temperatura, que era de 36,8oC no início da transfusão, sobe para 39oC, e ele refere também calafrios. O paciente se queixa de dor abdominal intensa, tipo cólica e sensação de morte iminente; apresenta taquicardia (frequência de 130 bmp) e sua pressão arterial, que era de 120 X 80 mmHg, passa a ser de 90 X 60 mmHg. Chamado, o médico plantonista interrompe imediatamente a transfusão e prescreve dipirona.

Esse conjunto de sinais e sintomas é indicativo de:
Um paciente de 60 anos de idade procura uma unidade de emergência com queixa de cefaleia, visão turva, diplopia, disartria, dor torácica, tosse seca e sonolência intensa. Os sintomas surgiram 24 horas antes e vêm piorando desde então. O paciente era diabético tipo 2, em uso de metformina, e hipertenso leve, em uso de losartana, sem outras comorbidades.

Ao exame físico, apresentava palidez cutaneomucosa (+/4+), esplenomegalia (baço a 7 cm da reborda costal esquerda. O exame de fundo de olho mostrava edema de papila. O hemograma de urgência mostrava dosagem de hemoglobina de 10,5 g/dL, 280.000 leucócitos/µL, com 4% de mielócitos, 6% de metamielócitos, 10% de bastões, 70% de neutrófilos segmentados, 3,5 % de basófilos, 5% de eosinófilos, 0,5% de monócitos e 1% de linfócitos. Sua contagem de plaquetas era de 428.000/µL.

O diagnóstico mais provável para o quadro agudo apresentado pelo paciente e o respectivo tratamento imediato são: 
Um lactente está no D+35 pós-TMO alogênico. A monitorização semanal da da carga viral por PCR quantitativo em tempo real para Citomegalovírus (CMV) no sangue revela ascensão rápida de <150 UI/mL para 4.800 UI/mL. A paciente permanece assintomática, sem febre, diarreia, hepatite ou infiltrados pulmonares.

A melhor conduta para o caso é 
Uma criança portadora de Leucemia Linfoblástica Aguda tem indicação absoluta de um transplante de medula óssea alogênico. Ela tem dois irmãos consanguíneos. Seu pai já havia morrido; uma genotipagem HLA da mãe, da paciente e dos seus irmãos foi realizada. Os resultados estão mostrados abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

Os resultados indicam que