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Uma criança de 8 anos abre um quadro de infecção respiratória, diagnosticado como de pneumonia atípica; cerca de três dias depois, apresenta anemia intensa (dosagem de hemoglobina: 6 g/dL, VCM: 104 fL, contagem de reticulócitos: 450.000/µL).
O pediatra solicita um teste de Coombs direto, cujo resultado é mostrado na imagem abaixo (em que a sigla ctl significa “controle”):

Imagem associada para resolução da questão

O laboratório testa também o soro da criança contra hemácias comerciais do grupo O, provenientes de adultos, e contra hemácias do grupo O obtidas de sangue de cordão umbilical. O soro da criança aglutina apenas as hemácias provenientes dos adultos.
Esse conjunto de sinais e sintomas, associados ao resultados dos exames de laboratório, levam à conclusão de que a anemia hemolítica autoimune foi causada por: 
Uma paciente de 68 anos dá entrada na emergência com febre, dor torácica à direita, tipo pleurítica, dispneia e queda acentuada do estado geral. Tomografia de pulmão mostra imagem de extensa consolidação à direita. Ela é internada e evolui rapidamente para sepse, e suporte ventilatório. Seu hemograma mostra:

• Hemoglobina: 10,1 g/dL; VCM: 81,5 fL
• Leucócitos totais: 52.000/µL; eosinófilos: 1.806/µL; mielócitos: 1.056/µL; metamielócitos: 1.586/µL; bastões: 5.750/µL; segmentados: 36.379/µL; linfócitos: 3.167/µL; monócitos: 2.639/µL.
• Plaquetas: 357.000/µL
Diante da leucocitose acentuada, o hospital solicita a transferência da paciente para um serviço de Hematologia. O hematologista consultado, entretanto, considera improvável que se trate de uma doença hematológica primária.

O exame que pode resolver a controvérsia e definir o diagnóstico é 
Um paciente submetido a transplante de medula óssea autólogo, em que a reconstituição da hematopiese ainda não se iniciou, recebe uma transfusão de uma dose de concentrado de plaquetas de aférese, cujo volume total de 230 mL. Duas horas depois do início da transfusão de plaquetas, quando quase todo o conteúdo da bolsa havia sido transfundido, o paciente apresentou dispneia, taquicardia, hipertensão arterial e diminuição da saturação de Oxigênio.
Chamado para atender o paciente, o médico de plantão suspeitou de sobrecarga circulatória induzida pela transfusão (TACO), mas comunicou ao Serviço de Hemoterapia que não podia descartar TRALI.

O dado que favorece o diagnóstico de TACO e, ao mesmo tempo, torna improvável a TRALI fundamenta-se 
O regulamento técnico brasileiro para serviços de hemoterapia (Portaria nº 11.685/2026, do Ministério da Saúde) estabelece que pessoas que “(...) são inaptos temporários por 4 meses (...) os candidatos à doação que (...) tenham mantido relação sexual com um ou mais parceiros ocasionais ou desconhecidos, (...) ou tenham iniciado uma relação sexual com um novo parceiro”.

A adoção desse período de 4 meses fundamenta-se 
Um paciente de 35 anos de idade, previamente hígido, apresenta crise convulsiva, a que se seguem disartria e hemiparesia à direita, além de icterícia. Seus exames de laboratório mostram anemia (hemoglobina: 8 g/dL, VCM: 98 fL, presença de esquizócitos; leucócitos normais e contagem de plaquetas de 8.000/uL), aumento de LDH e de bilirrubina indireta.

As condutas diagnóstica e terapêutica a serem tomadas para esse paciente são, respectivamente,