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A adenomegalia é uma queixa importante na pediatria, afetando
até 45% das crianças previamente hígidas. Apesar de 2/3 das
causas serem benignas, existem critérios para indicação de
biópsia, padrão-ouro para o diagnóstico diferencial.
As indicações imediatas da biópsia de linfonodo incluem
Mulher de 38 anos, sem diagnóstico prévio de doença
autoimune, procura atendimento por dor e edema progressivos
no membro inferior esquerdo há 3 dias. Há quatro anos,
apresentou trombose venosa profunda (TVP) proximal não
provocada, tratada com anticoagulação durante seis meses. Dois
anos depois, sofreu acidente vascular cerebral isquêmico,
também sem fator desencadeante identificado. Nega uso de
anticoncepcionais, tabagismo ou história familiar de trombofilia.
Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com edema
assimétrico e dor à palpação da panturrilha esquerda. A
ultrassonografia com Doppler demonstra nova TVP envolvendo
as veias femoral e poplítea. Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina: 12,6 g/dL;
leucócitos: 7.800/mm³; plaquetas: 108.000/mm³; creatinina: 0,8
mg/dL; TP/INR: 1,0; TTPa: 58 segundos (controle: 30 segundos);
anticoagulante lúpico: positivo; anticardiolipina IgG: 92 GPL; anti?2-glicoproteína I IgG: fortemente positivo; FAN: negativo; antiDNA de dupla hélice: negativo.
Os anticorpos antifosfolípides permanecem positivos em nova
determinação realizada 12 semanas depois.
Após o tratamento da fase aguda do evento trombótico com
anticoagulação parenteral, deve-se definir a estratégia de
prevenção secundária em longo prazo.
Considerando o diagnóstico mais provável, o significado dos achados laboratoriais e o mecanismo farmacológico do tratamento, assinale a afirmativa correta.
Considerando o diagnóstico mais provável, o significado dos achados laboratoriais e o mecanismo farmacológico do tratamento, assinale a afirmativa correta.
Criança de 6 anos apresenta distensão abdominal progressiva e
hepatoesplenomegalia ao exame físico. Exames laboratoriais
evidenciam anemia e trombocitopenia. Durante a investigação, a
criança refere dor óssea em membros inferiores, sendo realizadas
radiografias dos ossos longos, que demonstram alargamento
metafisário com aspecto em "frasco de Erlenmeyer". A
investigação foi complementada com ressonância magnética, que
evidencia hipossinal difuso da medula óssea em T1, compatível
com infiltração medular, associado a osteonecrose bilateral das
cabeças femorais. Não são observadas linfonodomegalias ou
massas paraespinhais.
Diante dos achados clínicos, laboratoriais e de imagem, o diagnóstico mais provável é
Diante dos achados clínicos, laboratoriais e de imagem, o diagnóstico mais provável é
Lactente feminino, 6 meses, apresenta apatia e palidez
cutaneomucosa há aproximadamente 2 meses. Permaneceu em
aleitamento materno exclusivo até os 2 meses de vida, quando
iniciou leite de vaca, pois a mãe voltou a trabalhar. Traz exames
laboratoriais que evidenciam anemia e deficiência de ferro.
Seguindo o Documento Científico da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre recomendações para o tratamento e prevenção da anemia ferropriva em lactentes (Atualização de 2026), o tratamento da anemia ferropriva nesse caso deve ser feito com
Seguindo o Documento Científico da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre recomendações para o tratamento e prevenção da anemia ferropriva em lactentes (Atualização de 2026), o tratamento da anemia ferropriva nesse caso deve ser feito com
Menina, 2 anos, previamente hígida, apresenta início súbito de
petéquias e púrpuras generalizadas. Apresentou infecção viral
uma semana antes dos sintomas.
O exame físico está normal, exceto pelas petéquias e púrpuras
disseminadas pelo corpo. Não há esplenomegalia, linfadenopatias
e nem palidez. O hemograma evidencia contagem de plaquetas =
10.000/µL. Não há anemia e os leucócitos estão normais.
A hipótese diagnóstica mais provável é
A hipótese diagnóstica mais provável é