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Uma paciente de 40 anos de idade, grávida do seu terceiro filho, sendo que o segundo filho teve morte intrauterina no 7º mês de gestação, é encaminhada para um serviço de referência em Imunohematologia, porque apresentou uma pesquisa de anticorpos irregulares antieritrocitários (P.A.I. positiva). Foi realizado um estudo imunohematológico, que mostrou os seguintes resultados:
P.A.I.

Q18_1.png (342×102)

Fenótipo eritrocitário

Q18_2.png (450×60)

Legenda: 0=Negativo + = Positivo
Foi feito também um painel de identificação de anticorpos, mostrado no quadro abaixo.

Q18_3.png (826×342)

Assinale a opção correta a respeito da hipótese mais provável para explicar o quadro da paciente e os resultados do estudo imunohematológico.
Um paciente de 60 anos de idade, tabagista desde os 14 anos de idade (2 maços de cigarros por dia), procurou um pneumologista, dizendo que tinha diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Nessa consulta, apresentava quadro infecciosos respiratório, que fez com que fosse internado. Seu hemograma mais recente mostrava hematócrito de 58% e dosagem de hemoglobina de 19 g/dL, leucocitose de 11.000 leucócitos/µL, com predomínio de neutrófilos segmentados, e plaquetas de 350.000/µL. O pneumologista pede um parecer à Hematologia quanto à possibilidade de o paciente ter desenvolvido policitemia vera.

Dentre os exames a seguir, aquele que pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre policitemia vera e poliglobulia secundária à hipóxia crônica (tabagismo e/ou DPOC) é 
Uma criança de 7 anos de idade, dá entrada na emergência com epistaxe moderada. Os pais relatam que, uma semana antes, ela teve uma virose respiratória. Seu hemograma mostra uma acentuada trombocitopenia (contagem de plaquetas de 4.000/µL). O hemograma aponta também a presença de muitas plaquetas imaturas. Não há alteração nem na série vermelha e nem na série branca.

Foi realizado um mielograma (ver esfregaço abaixo).

Q16.png (376×302)

No que se refere ao diagnóstico dessa criança, é correto afirmar que os dados da história clínica, os exames de laboratório e do mielograma são 
Um paciente internado com síndrome de choque pela dengue evolui com piora clínica, contagem de plaquetas de 9.000/µL, petéquias e equimoses em membros inferiores e superiores, sem outras hemorragias.

Em relação à prevenção de sangramentos graves, de grau 3 ou 4 da classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS), é correto afirmar que a 
Uma paciente de 18 anos de idade relata que começou, uma semana antes, a apresentar palidez, manchas roxas no corpo, hemorragia gengival e epistaxe esporádica.

Seu hemograma mostra anemia normocítica e normocrômica, com hemoglobina de 8 g/dL, contagem de plaquetas de 8.000/µL, leucometria global de 2.200/ µL, com predomínio (58%) das células mostradas na imagem do esfregaço sanguíneo. 

Q14.png (412×302)

O coagulograma mostra um RNI/INR de 2,2, PTTa com relação paciente-controle de 1,85, dosagem de fibrinogênio de 62 mg/dL e D-dímero > 10.000 ng/mL.

O tratamento emergencial da diátese hemorrágica dessa paciente deve ser feito com