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Uma jovem de 21 anos de idade procura um clínico para avaliação de anemia moderada (hemoglobina: 9 g/dL, VCM; 65 fL, ferritina de 5 ng/mL, contagem de reticulócitos de 20 mil/µL) ). Tem história de hipermenorreia desde a adolescência.

O médico a encaminha para a Ginecologia e prescreve sulfato ferroso, 1 comprimido 3 vezes ao dia. Ela havia tido uma consulta com um ginecologista, que lhe disse que aguardaria a melhora da anemia antes de fazer qualquer procedimento.

Três meses depois, a paciente retorna, informa ter tomado o sulfato ferroso rigorosamente, mas observa-se apenas uma leve melhora na anemia (hemoglobina passou a ser de 9,4 g/dL), e na dosagem da ferritina (9 ng/mL), o que faz o clínico solicitar um parecer a um hematologista.

À luz das evidências e diretrizes atuais, a conduta a ser tomada pelo hematologista, nessa situação, é 
Um lactente de 1 mês de idade é enviado para um serviço de Hematologia para esclarecimento de alterações observadas na pesquisa de hemoglobinas anormais observadas no teste do pezinho.

O serviço repetiu o exame de Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) que está mostrado a seguir. 

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O resultado da HPLC permite afirmar que a paciente é portadora de 
Uma paciente de 60 anos de idade é atendida em uma unidade de pronto-atendimento (UPA) com hemorragia vaginal de grande volume, e de aparecimento súbito, poucas horas antes. Sem antecedentes de sangramento espontâneo. O exame ginecológico não mostra nenhuma lesão aparente. O médico solicita um coagulograma, que mostra um Tempo de Protrombina de 12 segundos (controle: 12 segundos) e um Tempo Parcial de Tromboplastina ativada (PTTa) de 62 segundos (controle: 35 segundos). O laboratório fez um teste da mistura, que não corrigiu o PTTa.

Diante desse quadro, a hipótese mais provável é 
Um homem de 35 anos busca atendimento neurológico devido ao surgimento progressivo de movimentos involuntários e desordenados nos membros e na face há dois anos. Nos últimos meses, a família notou episódios frequentes de automutilação (mordeduras na língua e nos lábios), além de declínio cognitivo e mudanças de personalidade. O paciente foi adotado na infância e não possui informações sobre seus parentes biológicos. Durante a investigação, o hemograma revelou uma alteração morfológica específica nas hemácias, caracterizada por projeções espiculadas na membrana celular.

Diante do quadro clínico e do achado laboratorial, o diagnóstico provável e o respectivo achado que confirma a suspeita são:
Mulher de 38 anos, sem diagnóstico prévio de doença autoimune, procura atendimento por dor e edema progressivos no membro inferior esquerdo há 3 dias. Há quatro anos, apresentou trombose venosa profunda (TVP) proximal não provocada, tratada com anticoagulação durante seis meses. Dois anos depois, sofreu acidente vascular cerebral isquêmico, também sem fator desencadeante identificado. Nega uso de anticoncepcionais, tabagismo ou história familiar de trombofilia.

Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com edema assimétrico e dor à palpação da panturrilha esquerda. A ultrassonografia com Doppler demonstra nova TVP envolvendo as veias femoral e poplítea.

Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina: 12,6 g/dL; leucócitos: 7.800/mm³; plaquetas: 108.000/mm³; creatinina: 0,8 mg/dL; TP/INR: 1,0; TTPa: 58 segundos (controle: 30 segundos); anticoagulante lúpico: positivo; anticardiolipina IgG: 92 GPL; anti?2-glicoproteína I IgG: fortemente positivo; FAN: negativo; antiDNA de dupla hélice: negativo.

Os anticorpos antifosfolípides permanecem positivos em nova determinação realizada 12 semanas depois.

Após o tratamento da fase aguda do evento trombótico com anticoagulação parenteral, deve-se definir a estratégia de prevenção secundária em longo prazo.

Considerando o diagnóstico mais provável, o significado dos achados laboratoriais e o mecanismo farmacológico do tratamento, assinale a alternativa correta.