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Uma puérpera de 35 anos evolui com atonia uterina após parto cesáreo, apresentando hemorragia pós-parto estimada em 2.500 mL. Apesar do uso sequencial de ocitocina, metilergometrina, carboprost, ácido tranexâmico e de medidas mecânicas para controle da hemorragia, mantém sangramento ativo. Durante o protocolo de transfusão maciça, é realizado tromboelastograma rotacional (ROTEM). O exame evidencia redução isolada dos parâmetros do canal de avaliação do fibrinogênio (FIBTEM), incluindo a amplitude do coágulo aos 5 minutos (A5), aos 10 minutos (A10) e a firmeza máxima do coágulo (MCF). Os canais de avaliação da via extrínseca (EXTEM), da via intrínseca (INTEM) e da fibrinólise (APTEM) não apresentam alterações, sem evidências de hiperfibrinólise.

Com base na interpretação do tromboelastograma rotacional, a conduta mais apropriada é
Menina, 2 anos, previamente hígida, apresenta início súbito de petéquias e púrpuras generalizadas. Apresentou infecção viral uma semana antes dos sintomas. O exame físico está normal, exceto pelas petéquias e púrpuras disseminadas pelo corpo. Não há esplenomegalia, linfadenopatias e nem palidez. O hemograma evidencia contagem de plaquetas = 10.000/µL. Não há anemia e os leucócitos estão normais. A hipótese diagnóstica mais provável é  
Menino, 18 meses, com diagnóstico de anemia falciforme (HbSS), é trazido à emergência com dor abdominal de início súbito e palidez importante, sem febre associada. Ao exame, encontra-se hipocorado (3+/4+), taquicárdico e com baço palpável a 4 cm do rebordo costal esquerdo. Hemograma evidencia Hb: 3g/dL. A hipótese diagnóstica mais provável nesse caso é  
Um homem de 26 anos, com anemia falciforme (HbSS), procura serviço de emergência com dor intensa em região lombar e membros inferiores há 12 horas, semelhante a crises anteriores. Refere febre de 38,5 °C e tosse produtiva iniciadas no dia anterior. Ao exame: FC 120 bpm, PA 100/70 mmHg, FR 26 irpm e SpO? 89% em ar ambiente. Ausculta pulmonar revela crepitações em base direita. Radiografia de tórax demonstra novo infiltrado pulmonar. Hemoglobina: 7,2 g/dL, semelhante ao valor basal. A melhor conduta, no caso, é
Criança de 6 anos apresenta distensão abdominal progressiva e hepatoesplenomegalia ao exame físico. Exames laboratoriais evidenciam anemia e trombocitopenia. Durante a investigação, a criança refere dor óssea em membros inferiores, sendo realizadas radiografias dos ossos longos, que demonstram alargamento metafisário com aspecto em "frasco de Erlenmeyer". A investigação foi complementada com ressonância magnética, que evidencia hipossinal difuso da medula óssea em T1, compatível com infiltração medular, associado a osteonecrose bilateral das cabeças femorais. Não são observadas linfonodomegalias ou massas paraespinhais.
Diante dos achados clínicos, laboratoriais e de imagem, o diagnóstico mais provável é