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Mulher de 24 anos é encaminhada para avaliação hematológica antes de extração de terceiro molar. Desde a adolescência apresenta epistaxes recorrentes, equimoses após pequenos traumas e menstruações com duração de 8 a 9 dias, frequentemente acompanhadas de coágulos. Aos 16 anos, apresentou sangramento prolongado após exodontia, sem necessidade de transfusão. A mãe refere história semelhante de menorragia. Não há episódios de hemartrose ou hematomas musculares espontâneos.
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, sem sangramento ativo.
Os exames mostram: Hemoglobina: 11,2 g/dL; Plaquetas: 248.000/mm³; TP/INR: normal; TTPa: 39 s / controle 31 s; Antígeno do fator de von Willebrand, VWF:Ag: 32%; Atividade plaquetária dependente de VWF: 29%; Atividade do fator VIII: 44%; Relação atividade VWF/VWF:Ag: 0,91; Análise de multímeros do VWF: distribuição normal.
Como parte do planejamento terapêutico, é realizado teste com desmopressina. Uma hora após sua administração, o VWF:Ag aumenta para 96%, a atividade do VWF para 91% e a atividade do fator VIII para 108%.

Considerando o diagnóstico mais provável, a resposta observada ao teste terapêutico e as propriedades farmacológicas do medicamento utilizado, assinale a afirmativa correta.
Homem de 69 anos com insuficiência cardíaca recebe duas unidades de concentrado de hemácias por anemia. Durante a segunda unidade, desenvolve dispneia, hipertensão, turgência jugular e estertores difusos. Radiografia mostra edema pulmonar bilateral. BNP aumentou significativamente em relação ao basal e houve resposta rápida a diurético.

O diagnóstico mais provável é 
Homem de 68 anos, hipertenso, diabético e portador de doença renal crônica estágio 3b, com taxa de filtração glomerular estimada de 42 mL/min/1,73 m², é internado por pneumonia adquirida na comunidade. Após 72 horas de antibioticoterapia parenteral, encontra-se afebril, hemodinamicamente estável e em desmame da oxigenoterapia.
Durante a avaliação clínica, relata astenia e adinamia progressivas há aproximadamente 5 meses. Nega hematêmese, melena, hematoquezia ou outros sangramentos exteriorizados.
Os exames laboratoriais demonstram: Hemoglobina: 7,8 g/dL; Hematócrito: 25,2%; VCM: 71 fL; HCM: 22 pg; RDW: 28,5%; Leucócitos: 8.900/mm³; Plaquetas: 1.080.000/mm³; Proteína C reativa: 48 mg/L / VR < 5 mg/L; Ferro sérico: 22 mcg/dL; Capacidade total de ligação do ferro: 390 mcg/dL; Ferritina sérica: 145 ng/mL; Saturação de transferrina: 5,6%; Receptor solúvel da transferrina: elevado
Não há evidência de sangramento ativo, instabilidade hemodinâmica, síndrome coronariana aguda ou outros sinais de hipoperfusão tecidual.

Considerando a integração dos achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que apresenta a interpretação diagnóstica e a conduta mais adequadas.
Uma paciente de 67 anos de idade, portadora de hipertensão arterial sistêmica, ex-tabagista, com história de declínio cognitivo progressivo, foi admitida em 14/04/2026 após queda da própria altura, evoluindo com fratura de colo de fêmur direito.
Durante a internação, foi tratada para infecção do trato urinário com ceftriaxona por 7 dias, esquema encerrado em 22/04/2026. Ao longo do período de internação, observou-se aceitação alimentar significativamente reduzida.
Na avaliação pré-operatória inicial em 14/04, os exames laboratoriais revelavam tempo de atividade da protrombina (TAP) de 14,3 segundos, Relação Internacional Normalizada (INR) de 1,05 e tempo de tromboplastina parcial ativada (aPTT) de 30,3 segundos, tendo sido prescrita enoxaparina 40 mg, por via subcutânea, uma vez ao dia, para profilaxia de tromboembolismo venoso.
A cirurgia foi suspensa em 24/04 devido a pico hipertensivo, mantendo-se a paciente em compensação clínica para reagendamento eletivo do procedimento.
Na reavaliação em 28/04, novos exames evidenciaram TAP de 43,0 segundos (atividade de 22%), INR de 3,45, aPTT de 31,8 segundos e plaquetas de 180.000/mm³.
A paciente nega uso de anticoagulantes orais, encontra-se lúcida, hemodinamicamente estável e sem sinais de sangramento ativo.

Considerando a evolução clínica e o perfil laboratorial apresentado, a conduta mais adequada para o manejo da alteração hemostática antes da intervenção cirúrgica é 
Durante a visita aos pacientes internados em seu serviço de cirurgia, você é designado para o preparo pré-operatório de um paciente de 52 anos, com diagnóstico de hipertensão portal esquistossomótica, com antecedente de hemorragia digestiva alta por varizes esofágicas, tratado com ligadura elástica.

Após discussão em sessão clínica, teve como indicação terapêutica a desconexão ázigo-portal com esplenectomia. É hipertenso, diabético tipo 2, tabagista, tem DPOC moderada e relata dispneia aos médios esforços.

Exames mostram plaquetas de 68.000/mm³, INR 1,4, albumina discretamente reduzida, função renal limítrofe e esplenomegalia volumosa. Está clinicamente estável, sem sangramento ativo.

A conduta pré-operatória mais adequada para o caso será