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Homem, 62 anos de idade, com histórico de cirrose hepática alcoólica há 5 anos, comparece ao pronto atendimento com piora progressiva da dispneia, associada ao aumento de ascite e icterícia. Ao exame físico, apresenta temperatura de 38,5 °C, FC de 106 bpm, FR de 24 irpm e PA de 100×60 mmHg. Notamse icterícia, ascite, edema em membros inferiores, circulação colateral abdominal e hepatoesplenomegalia. Apresenta-se consciente e compactuante, porém com fala algo arrastada.



• Exames laboratoriais:



Bilirrubina total: 14,5 mg/dL


Bilirrubina direta: 9,2 mg/dL


Albumina: 2,1 g/dL


INR: 1,9


Plaquetas: 64 mil/mm3


Creatinina: 2,6 mg/dL


Relação PaO2 / FiO2: 250



Segundo o modelo de falência orgânica, qual o grau de ACLF (do inglês, Acute-on-chronic Liver Failure ou Insuficiência Hepática Crônica Agudizada) que o paciente apresenta? 

Reconstruções fisiológicas são aquelas que drenam, ao menos parte, o fluxo venoso do sistema esplâncnico para o enxerto hepático. Para casos de trombose não-tumoral complexa de veia porta, tais reconstruções têm mostrado resultados aceitáveis. Assinale a alternativa que contém um tipo de tal reconstrução. 
Homem, 50 anos de idade, com história de consumo diário de bebidas alcoólicas há mais de 15 anos, comparece à consulta de check-up. Refere ingestão de cerca de 5 latas de cerveja (350 mL cada) por dia, sem sintomas gastrointestinais ou hepáticos no momento. Exame físico revela apenas discreta hepatomegalia. Exames laboratoriais: AST 45 U/L, ALT 38 U/L, GGT 92 U/L. Ultrassonografia mostra esteatose hepática leve. Considerando as diretrizes internacionais, a ingestão de álcool desse paciente pode ser classificada como consumo
Mulher, 35 anos de idade, com dispepsia funcional, realizou tratamento para erradicação de Helicobacter pylori há 6 semanas. Ela deseja confirmar se a infecção foi realmente eliminada, mas prefere um método não invasivo e que possa ser realizado sem suspensão de medicações. Sobre a pesquisa de antígeno fecal para H. pylori, assinale a alternativa correta.
Mulher, 27 anos de idade, previamente hígida, procura atendimento por fadiga progressiva, náuseas e leve desconforto abdominal há 3 semanas. Nega febre, uso de medicamentos, álcool ou viagens recentes. Exame físico: icterícia leve, fígado palpável a 2 cm do rebordo costal. Exames laboratoriais: ALT 385 U/L, AST 412 U/L, bilirrubina total 3,2 mg/dL, INR 1,3. Sorologias virais negativas. ANA 1:320 homogêneo, IgG sérica 2.130 mg/dL (elevada). Antimúsculo liso e antimitocôndria não reagentes. Ultrassonografia sem alterações. Qual a conduta mais adequada neste momento?