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Homem de 40 anos, etilista crônico, procura a unidade de
emergência queixando-se de distensão abdominal há 2 dias
e náuseas eventualmente acompanhadas de vômitos. Ao
exame físico: temperatura axilar aferida de 38,2 °C; mucosas
levemente descoradas e anictéricas; aranhas vasculares no
tronco; abdome distendido com circulação colateral; sinal de
piparote positivo e baço palpável a 3 cm do rebordo costal
esquerdo.
Qual é a conduta imediata para esse quadro clínico?
Qual é a conduta imediata para esse quadro clínico?
Concurso:
Prefeitura de Silveira Martins - RS
Disciplina:
Medicina
A Doença Hepática Esteatótica Associada a
Disfunção Metabólica é atualmente a etiologia mais
comum de doença hepática crônica no mundo. A condição
é definida pela presença de esteatose hepática associada
à evidência de disfunção metabólica, na ausência de
outras causas secundárias de acúmulo de gordura. Em
relação à Doença Hepática Esteatótica Associada a
Disfunção Metabólica, assinale a alternativa INCORRETA.
Adolescente, 15 anos, previamente hígido, residente em área
endêmica de esquistossomose, é internado por suspeita de
Doença de Wilson (DW). Ele apresenta aumento progressivo do
volume abdominal há quatro meses, perda ponderal discreta e
fadiga.
Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamiltransferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL.
Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose.
Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta.
Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamiltransferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL.
Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose.
Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta.
Adolescente, 15 anos, previamente hígido, residente em área
endêmica de esquistossomose, é internado por suspeita de
Doença de Wilson (DW). Ele apresenta aumento progressivo do
volume abdominal há quatro meses, perda ponderal discreta e
fadiga.
Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação
colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo.
Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL;
Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76
U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamil
transferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina
3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de
albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL.
Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal;
esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente
heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose.
Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica,
assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do
caso, hipótese e eventual conduta.
Menina de 4 anos é trazida para avaliação, pois apresenta
história de infecções urinárias de repetição confirmadas por
cultura. A menor teve desfralde aos 2 anos, pois somente assim a
escolinha aceitava a matrícula. A mãe refere que a menor fica na
escola em período integral e que segura muito a urina, ficando
quase a manhã inteira sem ir ao banheiro, apesar de uma boa
ingesta de água. Às vezes, a criança acaba tendo escapes
urinários porque fica com preguiça de urinar. Pelo menos uma
vez por semana, ela tem enurese noturna, apesar de já não usar
fralda noturna a mais de 1 ano. No exame físico, você observa
resíduo de urina na roupa e uma distensão gasosa com palpação
de massa fecal no abdome. Ao indagar sobre os hábitos
evacuatórios, refere que evacua uma a duas vezes por semana,
com evacuação dolorosa e fezes tipo 2 na escala de Bristol.
A investigação diagnóstica correta é