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Paciente do sexo masculino, 67 anos, sem comorbidades, foi submetido à colonoscopia de rastreamento, sendo identificada uma lesão superficial de crescimento lateral (LST) não granular, medindo aproximadamente 32 mm, localizada no cólon ascendente proximal. Após avaliação endoscópica, optou-se pela realização de dissecção endoscópica da submucosa (ESD), com ressecção em monobloco e sem intercorrências.

O laudo anatomopatológico descreve: adenocarcinoma bem diferenciado, ressecção em monobloco, margens lateral e profunda livres, ausência de invasão angiolinfática, ausência de brotamento tumoral de alto grau (tumor budding Bd1) e invasão da submucosa classificada como Kikuchi SM3.

Com base nesses achados, a conduta mais adequada é  
Adolescente, 15 anos, previamente hígido, residente em área endêmica de esquistossomose, é internado por suspeita de Doença de Wilson (DW). Ele apresenta aumento progressivo do volume abdominal há quatro meses, perda ponderal discreta e fadiga. Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamil transferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL. Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose. Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta. 
A doença hepática esteatótica metabólica apresenta desfechos relacionados ao fígado e ao risco cardiovascular associado a essa condição. Levando em consideração a fisiopatologia da doença, o medicamento que tem comprovado benefício na redução desse tipo de desfecho é a 
Adolescente, 15 anos, previamente hígido, residente em área endêmica de esquistossomose, é internado por suspeita de Doença de Wilson (DW). Ele apresenta aumento progressivo do volume abdominal há quatro meses, perda ponderal discreta e fadiga. Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamil transferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL. Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose. Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta.
Um paciente de 59 anos, portador de cirrose hepática por álcool, é internado por confusão mental, sonolência e desorientação iniciadas há dois dias. Ao exame, apresenta ascite, icterícia e asterixis. Familiares relatam que ele estava constipado havia quatro dias. Não apresenta febre ou sinais focais neurológicos. Exames laboratoriais mostram bilirrubina elevada, INR 1,9 e amônia plasmática aumentada. Não há evidências de hipoglicemia ou distúrbios hidroeletrolíticos importantes. O procedimento mais indicado é