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Um homem de 69 anos, com história de cirrose hepática e uso
crônico de anti-inflamatórios, chega ao pronto-socorro com
hematêmese volumosa e melena iniciadas há duas horas. Está
pálido, sudoreico e confuso. PA 80/48 mmHg, FC 128 bpm, FR 24
irpm.
Após dois acessos venosos calibrosos, são coletados exames e
iniciada monitorização. Hemoglobina inicial: 8,1 g/dL; plaquetas:
92.000/mm³; INR: 1,8.
A conduta mais adequada é
Doença inflamatória intestinal é termo empregado para um
grupo de desordens inflamatórias que parecem relacionadas a
alguns genes de susceptibilidade levando a defeitos na função de
barreira epitelial e ativação do sistema imune da mucosa pela
presença da flora luminal normal (bactérias comensais e seus
produtos). Os dois principais membros desse grupo são a colite
ulcerativa e a doença de Crohn.
A respeito das características histopatológicas que permitiriam a distinção entre colite ulcerativa e doença de Crohn é correto afirmar que
A respeito das características histopatológicas que permitiriam a distinção entre colite ulcerativa e doença de Crohn é correto afirmar que
Você é o segundo auxiliar em uma cirurgia de uma paciente de
67 anos, que tem história clínica de episódios recorrentes de dor
no hipocôndrio direito, que cursaram com icterícia intermitente e
colúria nos últimos quatro meses.
Os exames laboratoriais pré-operatórios demonstraram padrão colestático, sem sinais de pancreatite biliar. A ultrassonografia evidenciava colecistolitíase e discreta dilatação da via biliar principal. Opta-se por colecistectomia videolaparoscópica. Agora, durante o inventário da cavidade, observa-se intensa reação inflamatória no triângulo hepatocístico, a vesícula biliar é escleroatrófica e o cálculo está impactado na bolsa de Hartmann, comprimindo externamente o ducto hepático comum. Não há evidência de fístula colecistobiliar.
A conduta técnica mais apropriada a ser adotada pelo cirurgião, nesse momento, é
Os exames laboratoriais pré-operatórios demonstraram padrão colestático, sem sinais de pancreatite biliar. A ultrassonografia evidenciava colecistolitíase e discreta dilatação da via biliar principal. Opta-se por colecistectomia videolaparoscópica. Agora, durante o inventário da cavidade, observa-se intensa reação inflamatória no triângulo hepatocístico, a vesícula biliar é escleroatrófica e o cálculo está impactado na bolsa de Hartmann, comprimindo externamente o ducto hepático comum. Não há evidência de fístula colecistobiliar.
A conduta técnica mais apropriada a ser adotada pelo cirurgião, nesse momento, é
Assinale o fator de risco relacionado com o surgimento de
colangiocarcinoma intra-hepático.
Seu preceptor da residência médica discute com você a conduta
para um paciente de 58 anos, obeso, com história de refluxo
gastroesofágico há 15 anos em uso irregular de inibidor de
bomba de prótons. Indicam uma endoscopia digestiva alta por
piora dos sintomas. O exame mostra esofagite de refluxo LA-D
cicatrizada e segmento de metaplasia intestinal tipo Barrett de 7
cm, estendendo-se de 30 a 37 cm da arcada dentária, com ilhas
de mucosa gástrica no interior. É realizada cromoendoscopia com
magnificação que identifica área de 1,5 cm, elevada, com padrão
de pit irregular no quadrante anterior, a 32 cm da arcada. As
biópsias dirigidas dessa lesão revelam displasia de alto grau. As
demais biópsias do segmento de Barrett mostram apenas
metaplasia intestinal sem displasia. A tomografia de tórax e
abdome não evidencia linfonodomegalias ou metástases. A
manometria esofágica é normal.
Considerando o diagnóstico, a extensão da doença e os achados endoscópicos atuais, a conduta mais adequada para esse paciente será
Considerando o diagnóstico, a extensão da doença e os achados endoscópicos atuais, a conduta mais adequada para esse paciente será