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Homem de 37 anos é avaliado em consulta de rotina. Os resultados laboratoriais iniciais mostram AST (TGO) de 78 U/L e ALT (TGP) de 64 U/L. Os exames são repetidos após um mês, mantendo a elevação dessas enzimas. A creatina quinase (CK) é de 45 U/L. A investigação complementar com sorologias virais, ferro sérico, capacidade total de fixação de ferro, ferritina, ceruloplasmina e eletroforese de proteínas séricas é inteiramente normal. A ultrassonografia hepática revela aumento da ecogenicidade do órgão. O paciente não faz uso de medicações e relata consumo social de apenas 1 a 2 cervejas por semana. A biópsia hepática revela esteatose macrovesicular com vacúolos de gordura ocasionais circundados por infiltrado neutrofílico.


Diante do exposto, o que o exame físico desse paciente, provavelmente, também revelará?

Homem de 52 anos assintomático é atendido em consulta de rotina. Nega fadiga, dor abdominal, icterícia ou sangramento. Ele tem diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e dislipidemia, em tratamento com losartana, metformina, gliclazida e atorvastatina. Não há uso de álcool, medicações hepatotóxicas ou fitoterápicos. Ao exame físico: sinais vitais normais; peso: 102 kg; altura: 168 cm; circunferência abdominal: 112 cm; abdome: normal; extremidades sem edema; o restante não é contributivo. Exames séricos atuais: hemoglobina glicada (HbA1c): 7,8%; hemograma completo normal; AST (TGO): 40 U/L; ALT (TGP): 64 U/L; fosfatase alcalina: 85 U/L; GGT: 52 U/L; bilirrubinas totais: 0,8 mg/dL; albumina: 4,2 g/dL; coagulograma normal. Sorologias virais negativas. Escore FIB-4 do paciente: 1,62 (risco intermediário).


Assinale a alternativa correta quanto a esse paciente.

Homem, 65 anos de idade, com cirrose hepática Child-Pugh B, em avaliação para biópsia hepática percutânea. Hemodinamicamente estável e sem história prévia de sangramento grave. Apresenta INR de 2,1 e plaquetas de 55.000/mm³. A conduta mais adequada antes do procedimento é:
Mulher, 47 anos de idade, com cirrose hepática alcoólica em estágio CHILD C, em lista para transplante hepático, foi internada por hemorragia digestiva alta por varizes esofágicas e evoluiu com Acute-on-Chronic Liver Failure (ACLF). No segundo dia de internação na UTI, encontra-se em RASS -1 sem sedação contínua, ventilação mecânica em modo pressão de suporte (PEEP 5 cm H2O, FiO2 35%, pressão de suporte de 10 cm H2O), em uso de noradrenalina 0,6 µg/kg/min e em hemodiafiltração venovenosa contínua, apresentando nova piora da acidose metabólica. A conduta mais adequada é:
Homem, 55 anos de idade, previamente hígido, com fadiga progressiva, dores articulares e redução da libido no último ano. Refere consumo moderado de álcool. Pai de 2 filhos, sem problemas de saúde, irmão mais velho transplantado de fígado, não sabe o motivo. Exame clínico: fígado a 3 cm do rebordo costal direito. Artrite discreta nas articulações metacarpo-falangianas de 2º e 3º dedos bilateralmente.

• Exames laboratoriais:
Ferro sérico: 230 µg/dL
Saturação de transferrina: 82% (ref.: 20 a 50%)
Ferritina sérica: 1.150 ng/mL
TGO/AST: 78 U/L
TGP/ALT: 95 U/L
GGT: 155 U/L
HbA1c: 8,1%
Testosterona total: 180 ng/dL (ref.: 300 a 1.000 ng/dL)

Foi realizada ultrassonografia abdominal com hepatomegalia leve, esteatose grau II, ausência de esplenomegalia. Em relação aos dados apresentados, a alteração mais provável é: