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Homem, 52 anos de idade, possui diabetes melito tipo 2 e obesidade, apresenta esteatose hepática em USG de rotina. Enzimas hepáticas normais. Qual deve ser o próximo passo? 
Adolescente, 15 anos de idade, submetido à transplante hepático com doador falecido aos dois anos de idade por atresia das vias biliares, e apresentando excelente evolução pós-transplante, em uso apenas de tacrolimo, retorna à consulta de rotina apresentando icterícia e alteração dos exames laboratoriais, com aumento de bilirrubinas às custas de direta, TGO 203, TGP 316, gama-GT 436. Não compareceu as duas últimas consultas, alegando que os pais estavam muito ocupados no trabalho. Em relação ao caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a hipótese mais provável. 
Criança no 8° dia de pós-operatório de transplante hepático inter vivos por cirrose hepática secundária à atresia das vias biliares, já extubada e recebendo dieta e medicações imunossupressores, evolui com pico subfebril, inapetência, elevação de enzimas hepáticas, especialmente as transaminases, discreta elevação de bilirrubinas, e aumento da drenagem de líquido sero-hemático pelos drenos subfrênico e sub-hepático. Qual a principal hipótese diagnóstica e a conduta mais adequada? 
Homem de 59 anos, com cirrose alcoólica conhecida, chega confuso, febril, hipotenso e com ascite volumosa. PA 82 × 48 mmHg, FC 122 bpm, TEC 5 segundos. Não há evidência de hemorragia digestiva. Qual diagnóstico deve ser ativamente investigado e tratado precocemente?
Na colangioressonância magnética (Colangiopancreatografia por Ressonância Magnética - CP-RM), o sinal de "tubo de drenagem" ou "seta de flecha" na porção pancreática é sugestivo de pancreatite autoimune tipo 1.O achado de imagem mais específico para essa condição na CP-RM, observado na fase de secreção, é: