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Um paciente de 65 anos, hipertenso e diabético, comparece à Unidade Básica de Saúde de Ipatinga para acompanhamento de rotina. O médico verifica a pressão arterial do paciente, que está elevada, e avalia a adesão ao tratamento medicamentoso e às mudanças no estilo de vida recomendadas anteriormente.
Um paciente hipertenso de Ipatinga precisa de acompanhamento contínuo para controle da pressão arterial. Considerando as ações de atenção domiciliar, qual estratégia deve ser priorizada para garantir o cuidado integral e a autonomia do paciente em seu ambiente de moradia?
Uma paciente de 58 anos, com histórico de diabetes mellitus mal controlada, apresenta-se em uma unidade básica de saúde com queixas de dor no peito e falta de ar. A equipe de enfermagem realiza a aferição da pressão arterial, que se encontra elevada (170/100 mmHg), e a frequência cardíaca, que está acelerada (110 bpm). A paciente relata que não tem aderido corretamente ao tratamento medicamentoso prescrito para sua hipertensão.
Uma paciente de 68 anos, com histórico de hipertensão arterial e diabetes mellitus, apresenta-se na Unidade Básica de Saúde com queixas de dor de cabeça persistente e visão turva. O enfermeiro, ao realizar a aferição da pressão arterial, constata valores consistentemente elevados. Diante desse quadro, é crucial que a equipe de saúde intervenha de forma adequada para o manejo da Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS).
A Política Nacional de Humanização (PNH), lançada em 2003, propôs uma nova abordagem na gestão e na atenção em saúde no Brasil, buscando aprimorar a relação entre gestores, trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa política se fundamenta em princípios que visam promover um cuidado mais integral e equânime.