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Desde que foi criado, o "Jornal Nacional" é uma referência para o jornalismo televisivo brasileiro. Ao lado das telenovelas, é também um dos produtos da TV brasileira com maior audiência, verificada através da sua presença em sete de cada dez aparelhos existentes no país. Sobre o "Jornal Nacional", analise as afirmativas abaixo, colocando entre parênteses a letra "V", quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra "F", quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) O Jornal Nacional, lançado em primeiro de setembro de 1969, tinha como propósito competir com o Repórter Esso, da TV Tupy.

( ) Quando o Jornal Nacional surgiu, ele atingia os estados de São Paulo e Rio de Janeiro e tinha 50 minutos de duração.

( ) Por conta das diversidades regionais do país, o Jornal Nacional teve que adotar as expressões "dia ensolarado" e "dia chuvoso" em relação ao tempo, ao invés de "tempo bom" ou "tempo ruim".

( ) A abertura política do Governo Geisel proporcionou o diálogo mais intenso entre as afiliadas da Globo e a central de jornalismo da emissora, resultando em uma produção maior de materiais jornalísticos. Para selecionar com mais critério esse material, foram criadas editorias especializadas, descentralizando o poder até então unicamente nas mãos do chefe de redação.
Os estudos e pesquisas em Jornalismo no Brasil cresceram bastante no século XX em decorrência do aumento dos cursos de graduação e, em especial, com a ampliação dos programas de pós-graduação. Tais estudos e pesquisas têm privilegiado as seguintes temáticas referentes ao Jornalismo:

I. modalidades de construção da cobertura jornalística.
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II. determinados veículos, como Veja, Folha de São Paulo e Jornal Nacional (Globo).

III. teoria do Jornalismo.

IV. história do Jornalismo.

V. Jornalismo on-line.
Analisando o contexto da revolução provocada pelo surgimento da impressão gráfica, com o uso de tipos móveis, inventados por Gutenberg, em 1450, Burke e Brigs (2004) assinalam aspectos característicos desta revolução. Analise as afirmativas a seguir, colocando entre parênteses a letra “V", quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra “F", quando se tratar de afirmativa falsa e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão gráfica não é fator independente, relacionado apenas ao aprimoramento da tecnologia, mas necessita de condições sociais e culturais favoráveis à sua disseminação.
( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão gráfica, ao padronizar os textos, colocou em circulação visões uniformes da realidade, estabilizando as relações humanas e sociais.
( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão gráfica preservou o conhecimento, antes restrito à circulação fluida de manuscritos e da comunicação oral.
( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão gráfica funcionou mais como um catalisador das mudanças, mas não constitui o fator que originou as mudanças.
( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão gráfica, ao colocar crescentes e diferentes textos em circulação, propiciou a crítica às autoridades, favorecendo a divulgação de visões diferenciadas sobre um mesmo assunto.
No fim do século XV, a impressão foi introduzida na Inglaterra. Porém, apenas quase um século e meio mais tarde, começaram a surgir os primeiros precursores do jornal. Segundo De Fleur e Bali (1993), qual era o nome dessas impressões?
Considerando a história do jornalismo e dos jornalistas no Brasil, a partir da leitura do texto a seguir, é CORRETO afirmar que: 
“Um marco importante é delineado na década de 1950, quando o padrão de jornalismo norte-americano aos poucos começa a se tornar dominante entre os grandes jornais no Brasil. O jornalismo literário, predominante até aquele momento, passa a ceder espaço a um jornalismo que se apresenta como neutro, imparcial, objetivo. Nos anos subsequentes, durante a ditadura civilmilitar, muitos jornalistas fizeram um contraponto a essa tendência ao ligarem-se a causas políticas. O perfil do jornalista naquele momento, era o do intelectual engajado e romântico, normalmente associado a utopias voltadas para a criação de num mundo mais justo. (…)
 Durante o processo de redemocratização e em anos posteriores, o jornalismo de matriz norte-americana continuaria a ser apropriado por jornais brasileiros. Em tal conjuntura, torna-se cada vez mais comum o “jornalismo cidadão”, em que periódicos dedicam grande parte de seu espaço para a veiculação de queixas de consumidores. Essa orientação, ao mesmo tempo que faz avançar a eficiência de órgãos de defesa do consumidor, coloca o jornalista em situação contraditória à ética do seu ofício, alinhando-o a interesses de determinados indivíduos. Outra vertente do jornalismo dos Estados Unidos é o chamado “denuncismo”. Na ânsia pela conquista de leitores, jornais e revistas buscam escândalos de personalidades públicas para turbinar suas vendas. Por vezes, fazem um trabalho apressado, sem averiguação aprofundada de fontes, e assim submetem indivíduos sem culpa a julgamentos injustos da parte dos leitores; em outras, trazem à luz casos de corrupção que de outra forma ficariam longe dos olhos do público”.
(FONTE: QUELER, Jefferson José. Jornais e jornalistas em perspectiva histórica, 2020)