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O período da História do Brasil conhecido como pré-colonial caracterizou-se por um Brasil habitado por diversas nações indígenas. Nesse período, se deram os primeiros contatos dos portugueses com as populações nativas, que acabaram por ser chamados de índios. Entretanto, se fez necessário, para os portugueses, o desenvolvimento de algum tipo de atividade econômica para garantir a posse da terra. Essa atividade foi

Do ponto de vista político, observamos que o processo de independência brasileiro não se desenvolveu por um amplo consenso da população. A natureza elitista da nossa emancipação política ainda foi ponto de partida para que diversas outras crises acontecessem no Primeiro Reinado. Além disso, vemos que a consolidação da independência custou a realização de gastos que já colocavam nossa combalida economia em situação ainda mais delicada.


Sobre esse processo, podemos afirmar que

                                 O Almirante negro


Em 1910, uma revolta eclodiu.

Contra o flagelo das chibatas

Nas belonaves e nas fragatas

Pelos oficiais da Marinha do Brasil


Insurgiram-se os marinheiros

Liderados pelo negro João Candido

Bravo gaúcho de função timoneiro

Quando exaltaram-se os ânimos.


No encouraçado Minas Gerais

O marinheiro Marcelino Menezes

Foi condenado pelos seus oficiais

A receber chibatadas 250 vezes

Diante dos marinheiros demais

(...)

...........................................................

O "ALMIRANTE NEGRO" (homenagem a João Cândido); O "ALMIRANTE NEGRO" Autor: Jorge Linhaça 


Partindo da leitura do trecho do poema “O Almirante Negro”, destaca-se uma revolta ocorrida no Brasil, denominada revolta 

Durante os séculos XVI e XVII, a economia brasileira, praticamente sustentou-se na produção do açúcar, sendo o Brasil principal produtor mundial.

Sobre a sociedade açucareira, podemos afirmar:


I. A atividade açucareira criou um tipo de sociedade que concentrou a autoridade nas mãos dos senhores de engenho. Este grupo formava uma aristocracia, mas não uma nobreza hereditária, como a existente em Portugal.

II. Uma sociedade rígida e patriarcal era forjada tendo como base a produção de açúcar. A massa de escravos à disposição do senhor de engenho era um indicador de seu poder, marcado também pelos seus domínios territoriais.

III. Havia também uma camada intermediária de pessoas que serviam aos interesses dos senhores, como: trabalhadores assalariados (feitores, mestres de açúcar, purgadores etc.); agregados (moradores do engenho que prestavam serviços em troca de proteção e auxílio); padres; alguns funcionários do rei; alguns raros profissionais liberais (médicos, advogados, engenheiros).


Dessas afirmações,

A partir da década de 1930, vislumbrou-se no mundo, especialmente, na Europa,um novo cenário político no qual a relação dos cidadãos e as instituições de controle político sofreram uma sensível mudança. As populações camponesas deixaram de representar a maioria dos cidadãos,os processos de industrialização e urbanização foram de fundamental importância.Essa possibilidade de articulação e mobilização da população pode ser observada na ascensão dos sindicatos, greves e partidos de oposição que se mobilizaram frente ao governo. No entanto, aqui no Brasil, o Governo de Getúlio Vargas foi de fundamental importância para que essa mobilização se desarticulasse por meio de dois elementos fundamentais: a propaganda e o controle.

Sobre as leis trabalhistas do Governo Vargas, podemos caracterizar.


I. Ao assumir o poder, em 26 de novembro de 1930, cria o Ministério do Trabalho Indústria e Comércio e em março de 1931, é promulgada a primeira lei sindical brasileira. Seu objetivo era tornar as organizações sindicais de empresários e de trabalhadores órgãos de colaboração do Estado. As regulamentações buscavam disciplinar, reconhecer e, ao mesmo tempo, controlar as reivindicações trabalhistas.

II. Em 1933, Vargas aprova a concessão de férias anuais aos trabalhadores de comércio e bancos, estendida, mais tarde, a outras categorias. Inicia-se a montagem da previdência social e proíbe-se o trabalho para crianças menores de doze anos.

III. Em 1935, nova lei garantia a estabilidade no emprego, estipulando indenização aos assalariados demitidos sem justa causa.


Dessas afirmações,