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Denominada pejorativamente como Guerra dos Bárbaros, esse longo episódio marcou a história do Brasil durante a colonização. Considerando esse evento histórico, analise as seguintes afirmações:


I. Foi um conflito armado entre os colonizadores portugueses e os invasores franceses que se apropriaram de uma extensa faixa de terra litorânea localizada no norte do Ceará até São Luís do Maranhão.


II. Tratou-se de uma guerra entre colonos portugueses e nativos de várias etnias que levou ao extermínio alguns grupos de indígenas e que teve no massacre dos Paiacu um dos seus episódios marcantes.


III. Marcada pela colonização portuguesa no litoral, a região que hoje é o Ceará foi poupada de conflitos violentos na Guerra dos Bárbaros, já que os indígenas locais eram pacíficos e aliados aos lusitanos.


IV. Entre os motivos que provocaram a Guerra dos Bárbaros podem ser elencadas a expansão da pecuária para o interior do nordeste e a disputa pelas terras entre colonizadores e indígenas.


É correto o que se afirma somente em

Em fevereiro de 1986, o governo Sarney implantou o Plano Cruzado, cujo nome deriva da reforma monetária que promoveu: a velha moeda, o cruzeiro, foi extinta e, em seu lugar, surgia o cruzado, com três zeros a menos [...].

(Carlos Fico. História do Brasil Contemporâneo [da morte de Vargas aos dias atuais])

Fizeram parte das medidas adotadas pelo Plano Cruzado:
A criação dos partidos na redemocratização de 1945 estabeleceu linhas gerais consolidadas entre 1946 e 1960, importantes por balizar o terreno da disputa política. Os grandes partidos nacionais então criados foram: PSD – Partido Social Democrático; PTB – Partido Trabalhista Brasileiro; UDN – União Democrática Nacional; e PCB – Partido Comunista do Brasil.

(Sonia R. Mendonça; Virgínia M. Fontes. História do Brasil recente – 1964-1980. Adaptado)

Considerando o contexto apresentado pelo fragmento, é correto afirmar que
A segunda grande diretriz da política econômica do Estado, ao longo das décadas de 1930 e 1940, foi a definição de um novo papel para a agricultura. O Estado procurou transformar a agricultura de alimentos em coadjuvante do processo de industrialização, incentivando a expansão de fronteiras agrícolas que produzissem gêneros básicos a baixos preços. Combinando o acesso a terras novas com sua ocupação por trabalhadores integrados a regimes de trabalho não capitalistas, tais frentes geravam um excedente temporário de arroz, feijão ou milho que, por sua barateza, contribuíam para o rebaixamento do custo de reprodução da força de trabalho urbana.

(Sonia R. de Mendonça. “As bases do desenvolvimento capitalista dependente: da industrialização restringida à internacionalização”. Em: Maria Yedda Linhares (Org.). História geral do Brasil. Adaptado)

De acordo com a autora, considerando o contexto apresentado pelo fragmento, a diretriz descrita 
Campos Salles, já eleito, mas não empossado como Presidente da República, empreendeu viagem à Inglaterra, cujo resultado foi consubstanciado no acordo com o Banco Rothschild denominado Funding-Loan: consolidava os empréstimos anteriores de 1883, 1888, 1889 e 1895, no valor total de 31.735.820 libras.

(Maria de Lourdes M. Janotti. O Coronelismo – uma política de compromissos)

O acordo mencionado definia, entre outros, os seguintes compromissos: