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“O elemento crucial na manufatura do açúcar foram os escravos. Suas condições de vida e trabalho são fundamentais para explicar a natureza da sociedade que se originou da economia açucareira.”

(SCHWARTZ, Stuart. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 122)

     A escravidão foi uma das bases das atividades desenvolvidas durante o período colonial no Brasil, tendo deixado raízes que marcaram a sociedade brasileira mesmo após a abolição da escravatura no final do século XIX. Essa dinâmica, com o predomínio da mão de obra africana, marca um traço distintivo da colonização portuguesa. Neste sentido, diversas são as razões apontadas pelos historiadores para a escolha da mão de obra africana como base do sistema escravista colonial. Dentre os enunciados abaixo, assinale a alternativa que apresenta uma razão incorreta para este predomínio:
Na primeira metade do século XVIII, a economia do Siará-Grande já apresentava forte ligação com a criação de gado. Sobre esse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
A existência dos “campos de concentração” para retirantes das secas se configura como um fato histórico reconhecido e que faz parte da memória social e cultural do Ceará. Entre 1915 e 1932, vários Campos de Concentração foram erguidos para aprisionamento dos retirantes que mantinham a ideia de chegar em Fortaleza. Recentemente, um desses campos foi tombado no Ceará. 

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o nome e a localização desse campo de concentração tombado. 
O processo histórico que marcou a transição do trabalho escravo para o sistema de colonato e impulsionou a reorganização fundiária, especialmente com a ocupação de áreas do Sul do Brasil por imigrantes camponeses europeus, está associado com
Leia o texto a seguir:

     Criado em 1973, a partir dos Clubes de Mães e das Comunidades Eclesiais de Base (CEB) da Igreja Católica na periferia sul de São Paulo, o Movimento do Custo de Vida (MCV) incorporou outras forças políticas, cresceu em número e articulação e, em 1978, colocou nas ruas mais de 20 mil pessoas, em um ato público realizado na Praça da Sé, em pleno período militar.

(José Tadeu Arantes, “Estudo resgata a história do movimento do Custo de Vida”, Agência Fapesp. Disponível em: https://agencia.fapesp.br/estudoresgata-a-historia-do-movimento-do-custo-de-vida/26791. Adaptado)

O movimento citado no texto foi