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Quando os portugueses chegaram ao Brasil, já encontraram milhares de inimigos. Na Paraíba há indícios de que os franceses haviam se fixado na Baía da Traição, desde 1519, para contrabando do paubrasil. O rei de Portugal chegou à conclusão de que devia povoar a costa brasileira, para conter os contrabandistas estrangeiros e, para isso, criou o Sistema de Capitanias Hereditárias. Foram 15 capitanias para doze donatários. A região hoje conhecida como estado da Paraíba era originalmente a capitania de:

Na obra Matrinchã do Teles Pires, de Luiz Renato de Souza Pinto, o autor traça as aventuras de um migrante vindo do Sul do país em busca da realização de seus sonhos, diante de um contexto sombrio da história do país. Em meio às aventuras e desventuras, o viajante descreve um cenário epopeico e, ao mesmo tempo, as mudanças em função do grande fluxo migratório que se dirige ao Mato Grosso.

O texto acima remete ao processo:

Na obra Caçadores de diamantes, Luiz Saboia Ribeiro refere-se ao papel que a procura por diamantes teve no processo de formação de muitas cidades mato-grossenses no início do século XX. Também revela as disputas entre etnias indígenas, bem como entre famílias, pelo controle de determinados territórios.

Que conflitos seriam esses?

“[...] convido-os para realizar comigo uma espécie de passeio por Cáceres, cidade fundada no terceiro quartel do século XVIII por razões geopolíticas”.

(PINHO, Rachel Tegon de. Cáceres: olhares sobre a tessitura urbana de São Luiz de Cáceres. In: CHAVES, Otávio Ribeiro; ARRUDA, Elmar Figueiredo de. (Orgs.) História e memória: Cáceres. Cáceres: Editora da Unemat,2011. p.67).

No passeio pela cidade de Cáceres, só não podemos encontrar:

“Em 1941, começou a atuar a Justiça do Trabalho, ganhando consistência o Estado de bem-estar varguista, com a aprovação de legislação social que ampliou de forma significativa os direitos dos trabalhadores. [...]”
ABREU, Marcelo de Paiva. O processo econômico. In SCHWARCZ, Lilia M. (dir.) História do Brasil Nação: 1808- 2010, vol 4. Olhando para dentro.1930-1964. Rio de Janeiro: Objetiva; Madrid: Fundación Mapfre,2013. p.198.
O Estado de bem-estar varguista significou, para a classe trabalhadora,