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"Canudos, velha fazenda de gado à beira do Vaza-Barris, era, em 1890, uma tapera de cerca de cinqüenta capuabas de pau-a-pique. Já em 1876, segundo o testemunho de um sacerdote, que ali fora, como tantos outros, e nomeadamente o vigário de Cumbe, em visita espiritual às gentes de todo despeadas da terra, lá se aglomerava, agregada à fazenda então ainda florescente, população suspeita e ociosa, "armada até aos dentes" e "cuja ocupação, quase exclusiva, consistia em beber aguardente e pitar uns esquisitos cachimbos de barro em canudos de metro de extensão" , de tubos naturalmente fornecidos pelas solanáceas (canudos-de-pito), vicejantes em grande cópia à beira do rio".

Fonte: CUNHA, E. Os Sertões. v. 1. São Paulo: Editora Brasiliana, 1905, p. 70.

Sobre a Guerra de Canudos é possível afirmar que:
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (2004), o reconhecimento requer estratégias pedagógicas de valorização da diversidade, a fim de superar a desigualdade étnico racial presente na educação escolar brasileira, nos diferentes níveis de ensino. Nesse sentido, NÃO é possível afirmar que reconhecer: 
O presidente Juscelino Kubitschek (JK) assumiu a presidência do Brasil em janeiro de 1956. De modo a fomentar o desenvolvimento econômico do país, ele instituiu o chamado:
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma característica da sociedade colonial.
A política de D. Pedro I sofria fortes críticas da imprensa da época, em especial dos pasquins que buscavam difamar o imperador causando descontentamento geral com o monarca. Importante observar que a imprensa brasileira, na ocasião, estava nas mãos de dois grandes grupos político-partidários, sendo eles: