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O cenário da leitura no Brasil apresenta um aparente paradoxo: enquanto o país perde milhões de leitores, os clubes de leitura crescem significativamente. Especialistas analisam esse fenômeno à luz de fatores históricos, sociais e culturais que marcam a formação brasileira. Considerando os debates contemporâneos sobre práticas de leitura no país, analise as afirmativas a seguir:

I.O contraste entre a queda no número de leitores e a multiplicação dos clubes de leitura pode ser explicado pela distinção entre leitores já consolidados, que buscam aprofundamento coletivo, e potenciais leitores afetados pela piora nas condições de acesso aos livros.

II.A formação tardia de um público leitor no Brasil está relacionada a aspectos históricos da sociedade, como o processo de letramento durante o período escravista e a criação das universidades.

III.Os encontros de leitura coletiva constituem fenômeno recente na história ocidental, surgido com a popularização da internet e das redes sociais digitais no século XXI.

É correto o que se afirma em:
A historiografia contemporânea tem problematizado narrativas que retratam os imigrantes como figuras passivas ou vitimizadas, destacando as estratégias ativas desenvolvidas por esses grupos para garantir sua sobrevivência e inserção econômica. No contexto de Rodeio, os colonos de fala italiana enfrentavam a hegemonia comercial de outro grupo étnico estabelecido na região. Considerando esse cenário, é correto afirmar que: 
Em estudo demográfico baseado no Livro de Óbitos da Paróquia de Rodeio (1895-1904), pesquisadores identificaram padrões de mortalidade que revelam condições de vulnerabilidade específicas de determinado grupo imigrante. Considerando o contexto histórico e as relações interétnicas do período, é correto afirmar que: 
No decorrer do século XIX, o Império brasileiro vivenciou a crise escravista e a transição gradual para o trabalho livre. Intensificaram-se as pressões internas e externas pelo fim do tráfico de africanos e da escravidão no país. Temendo o pior dos cenários, as elites agrárias escravocratas pressionaram o Império para que se adotassem alternativas, como o incentivo à imigração que, segundo afirma José de Souza Martins em O Cativeiro da Terra, representou uma nova forma de dominação social. Considerando o desenrolar desse processo histórico, pode-se afirmar que:
Entre 1789 e 1801, tramas e conspirações ocorridas na América portuguesa, conhecidas como Conjurações, expressaram ideais de liberdade e ruptura frente ao domínio de Portugal. Em sua maioria, no entanto, apresentaram limitações revolucionárias que impediram transformações sociais profundas. Essas limitações estiveram relacionadas, sobretudo: