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Entre 1912 e 1916, a região do Contestado, localizada entre os estados de Santa Catarina e Paraná, foi cenário de um dos mais importantes conflitos sociais da história do Brasil. Esse movimento envolveu sertanejos, posseiros e líderes religiosos, que resistiam à perda de suas terras e às transformações impostas pelo avanço econômico, especialmente pela construção de ferrovias e pela atuação de empresas estrangeiras. Considerando esse contexto, qual foi uma das principais causas da Guerra do Contestado?
Assinale a alternativa correta. Em A Revolução de 1930: historiografia e história, no capítulo “Burguesia industrial e Revolução de 1930”, ao examinar as relações entre a burguesia industrial paulista e o PRP, Boris Fausto afirma que havia uma razão suplementar para explicar essa aproximação. Segundo o autor, essa razão encontrava-se no fato de que a oposição se caracterizava por uma atitude xenófoba, em um país de imigração recente. Nesse contexto, tal atitude oposicionista tendia a afetar especialmente: 
Assinale a alternativa correta. Em Flores, votos e balas: o movimento abolicionista brasileiro (1868-88), no capítulo “A teatralização da política”, Angela Alonso afirma que as conferências-concerto inauguraram um novo tipo de política no Brasil. Segundo a autora, esse novo tipo de política se caracterizava por: 
Assinale a alternativa correta. Em A fronda dos mazombos: nobres contra mascates, Pernambuco, 1666-1715, no capítulo “O agosto do Xumbergas”, Evaldo Cabral de Mello afirma que a deposição de Jerônimo de Mendonça Furtado não decorreu apenas de tensões locais em Pernambuco. Ao tratar da oposição de João Fernandes Vieira ao governador, o autor lembra que havia uma incompatibilidade anterior entre ambos, originada no período em que Fernandes Vieira governara Angola. Segundo o texto, essa incompatibilidade resultara do fato de que Fernandes Vieira havia sequestrado uma elevada quantidade de fazendas da Índia que eram transportadas: 
Assinale a alternativa correta. Em A fronda dos mazombos: nobres contra mascates, Pernambuco, 1666-1715, no capítulo “O agosto do Xumbergas”, Evaldo Cabral de Mello afirma que, nos vinte anos posteriores à restauração do domínio português em Pernambuco, as relações entre governadores da capitania e governadores-gerais haviam sido marcadas por desconfiança, quando não por hostilidade declarada. Segundo o autor, a solução para essa controvérsia foi dada pelo Regimento dos Governadores de Pernambuco, de 1670, que confirmou, em linhas gerais, a prática segundo a qual: