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Com o avanço das tensões, em meados da década de 60 do século XIX, o Império do Brasil se envolveu em uma Guerra contra o Governo do Paraguai. Alguns atos de hostilidade levaram à assinatura de um tratado pelo Império Brasileiro, a Argentina e o Uruguai contra o Governo do Paraguai em 1° de maio de 1865, o denominado Tratado da Tríplice Aliança. De acordo com Armando de Senna Bittencourt, no livro “Introdução a História Marítima Braslleira”, analise as afirmativas que apresentam os motivos que levaram à assinatura desse tratado, assinalando a seguir a opção correta.

|- A disputa por territórios fronteiriços entre o Paraguai, a Argentina e o Brasil e controvérsias quanto ao comércio de café, as quais já se estendiam desde o século XVII.
II- A invasão do Sul de Mato Grosso por tropas paraguaias, em 28 de dezembro de 1864.
llI- Os já insuportáveis saques a propriedades privadas na fronteira com os estados do Mato Grosso do Sul, Parana e Santa Catarina desde janeiro de 1865.
IV- A invasão de território da Argentina por tropas paraguaias, em 13 de abril de 1865, ocupando a Cidade de Corrientes e apresando os vapores argentinos Gualeguay e 25 de Mayo.
V- O apresamento do Vapor brasileiro Marqués de Olinda, que viajava para Mato Grosso transportando o novo presidente dessa província, em 12 de novembro de 1864, em Assunção. 
Analise o trecho abaixo.

“Na madrugada de 19 de fevereiro de 1868, iniciou-se a Passagem de Humaitá. A Força Naval de Inhaúma intensificou o bombardeio e a Divisão Avançada, comandada pelo Capitão de Mar e Guerra Delfim Carlos de Carvalho, depois Almirante e Barão da Passagem, avançou rio acima. Essa divisão era formada por seis navios: os Encouraçados Barroso, Tamandaré e Bahia e os Monitores Rio Grande, Pará e Alagoas”.
(BITTENCOURT, A. de S. Introdução à História Marítima Brasileita. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 117).

Sobre a Passagem de Humaitá, levada a efeito durante a Guerra da Tríplice Aliança contra o Governo do Paraguai, é correto afirmar que:  
Analise o trecho abaixo.

“Nós marinheiros cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha Brasileira (sic) a falta de proteção que a pátria nos dar e até então não nos chegou; rompemos o negro véo (sic) que nos cobria aos olhos do patriótico e enganado povo.” (Memorial-ultimatum enviado no dia 23/11/1910 pelos marinheiros revoltados ao presidente da República. Martins,Helio Leôncio. A revolta dos Marinheiros - 1910 inBRASIL. Ministério da Marinha. História Naval Brasileira. 5° Vol. Tomo | B. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 1997.p. 111-112.)

O trecho acima é retirado da carta encaminhada ao Presidente da República pelos líderes da Revolta dos Marinheiros de 1910. Segundo Martins, o movimento sofreu influências externas que estão presentes na carta dos marinheiros encaminhada ao Presidente da República. Assim, assinale a opção que NÃO apresenta as influências sofridas pela revolta dos marinheiros de 1910.  
Desde o início das hostilidades que resultaram na Grande Guerra, o Brasil se manteve distante do conflito, a situação acabou se tornando inviável na medida em que as atitudes do Império alemão impuseram ao país tomar medidas para garantir seus interesses, sobretudo econômicos, numa escalada que levou o ingresso do país no conflito. Nesse contexto, assinale a opção que apresenta corretamente uma ação sofrida pelo Brasil e que, consequentemente, reconheceu e proclamou o estado de guerra iniciado pelo Império Alemão. 
Em meados do século XIX, o Império do Brasil se envolveu em uma guerra na região platina contra Juan Manuel de Rosas, governador da Província de Buenos Aires e Manuel Oribe, presidente da República Oriental do Uruguai e líder do Partido Blanco. Durante essa campanha, tendo como seus aliados os governadores das províncias argentinas de Entre Rios e Corrientes e O Partido Colorado uruguaio, o Império Brasileiro se interpôs a uma tentativa de união de seus vizinhos do sul, que enfraqueceria a posição brasileira no Rio da Prata e se tornaria uma ameaça na fronteira do Rio Grande do Sul, há pouco pacificado. O grande momento da Marinha Brasileira nesse conflito foi: