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O período reviveu a abunda?ncia alego?rica do fim da Idade Me?dia e a enriqueceu com o mundanismo sensual da Renascenc?a. Mas, ao fundo da cena, a areia do tempo estava correndo, e o memento mori da Danc?a da Morte soava de novo. Os prazeres do mundo e a sombra da morte, coisas terrenas e coisas celestiais, flui?am juntas, teatral e espiritualmente, num grande crescendo. Uma era estava encenando a si mesma.



(Berthold, 2000. Adaptado)



O excerto descreve, do ponto de vista da história do teatro, o período

O teatro no período Bizantino foi marcado por dois estilos recitativos com temas bíblicos, quais sejam:
A coreografia dessa dança é muito simples. Fiel à sua possível procedência alagoana, é formada por uma roda de dançarinos que giram da direita para a esquerda, enquanto repetem em coro a resposta tirada pelo solista e marcam o ritmo com uma pisada forte. Um dançarino vai para o meio da roda e, com uma umbigada, chama outra pessoa para o solo e assim sucessivamente.
Os formadores da roda têm movimentos lentos, pisam forte no solo, batem palmas e, vagarosamente, circulam ao mesmo tempo em que giram o corpo ora para um lado, ora para o outro.

(Jorge Sabino e Raul Lody. Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2015. Adaptado)

Trata-se de uma descrição
Rudolf von Laban descrevia experiências que buscavam uma corporeidade inédita, capaz de responder às transformações da vida moderna. Para tanto, testou conexões entre dança, palavra (sobretudo poemas) e ações cotidianas. É um dos primeiros a diagnosticar o desaparecimento de uma experiência corpórea em que tradições privadas e coletivas se relacionavam com as memórias voluntárias e involuntárias, os cultos e os ritos, para dar lugar a uma experiência que sacrificava os recursos naturais e físicos da rememoração, como um verdadeiro inventário de eventos vividos que, paradoxalmente, se tornavam estrangeiros.
(Ingrid Dormien Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)

Tais experiências eram denominadas por Laban de 
Segundo Koudela (2015), uma ação promovida pelos movimentos de renovação, no início do século 20, evidenciaria a existência do espectador na plateia, o qual, como parte indissociável da própria definição dessa arte durante séculos, havia sido tratado como se não existisse. A ação que realizou tal evidência foi