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Na cultura artística inglesa do século XVIII, a crítica de arte passou por uma transformação importante. A apreciação superficial, própria do diletante ou do amador, deu lugar a uma avaliação mais rigorosa e técnica, baseada no conhecimento das maneiras de fazer do artista. Nessa nova perspectiva, o julgamento da obra não decorre de princípios gerais estabelecidos de antemão, mas nasce da reconstrução do próprio processo de criação. Nessa transformação da crítica de arte, o julgamento rigoroso e técnico passou a ser exercido por uma figura intitulada:

Aestátua real de Chibinda Ilunga, fundador do reino de Lunda e ancestral dos chefes Chokwe, data do século XIX e provém de Angola. Segundo Heloísa Margarido Sales, a figura transmite serenidade e introspecção e é, na cabeça, desproporcionalmente grande em relação ao corpo, onde se concentram os símbolos mais importantes de seu status de chefe: a ampla coroa em forma de chapéu, os chifres de antílope (associados à força, à autoridade, ao equilíbrio e à maturidade interior) e a longa barba, símbolo de sabedoria e dignidade, como se verifica na imagem a seguir.



Imagem associada para resolução da questão


Imagem, Estátua real Chibinda Ilunga, etnia Chokwe, séc. XIX, Angola



Com base nisso, os elementos que compõem a figura têm a função de:

No desenvolvimento do Impressionismo, a fotografia e as gravuras coloridas japonesas atuaram de maneiras distintas. Cada uma alterou um aspecto diferente da prática dos pintores europeus, afastando-os das convenções acadêmicas então dominantes. Sobre o papel da fotografia e das gravuras japonesas no Impressionismo, afirma-se que a fotografia:
A perspectiva linear desenvolvida por Filippo Brunelleschi (1377-1446), no início do século XV, transformou a maneira como os artistas europeus representavam o espaço, substituindo as convenções medievais que organizavam as imagens conforme a importância simbólica dos personagens. Nessa perspectiva, o sistema de representação espacial formulado por Brunelleschi fundamentava-se na:
Durante uma aula de Arte, o professor apresenta aos estudantes obras produzidas em diferentes períodos históricos e solicita que observem não apenas os aspectos visuais, mas também as condições sociais, culturais e históricas relacionadas à produção artística. Ao comparar duas obras, os estudantes percebem que diferentes concepções de beleza, representação e função da arte estão relacionadas aos contextos em que foram produzidas.

A prática pedagógica desenvolvida pelo professor evidencia que a leitura de uma obra de arte: